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CPI da Goiás Turismo colheu depoimentos de dois empresários nesta quarta-feira

A Comissão Parlamentar de Inquerito (CPI) que investiga possíveis irregularidades na Goiás Turismo colheu depoimentos de empresários do seguimento artístico que tiveram contratos com o órgão, nos anos entre 2013 e 2016. O primeiro a prestar depoimento foi o empresário Alessandro Alves Lobo Guerra, representante da Wolf Music LTDA.

Ao ser questionado pelo deputado Humberto Aidar (PT), relator da CPI, a respeito das disparidades de preços de shows entre cidades, ele respondeu que a diferença de preços se deve à logística, data e dificuldades das cidades, além do tempo para o recebimento. “A exposição do artista também aumenta o preço, pois mídia é caro”, afirmou.

Alessandro Guerra também falou sobre a quantidade de shows que a dupla César e Alessandro, a qual a Wolf Music representa, pela Goiás Turismo. “Tentei pegar na prefeitura as notas fiscais, mas não dei conta porque o sistema estava fora do ar. Mas creio que entre 2012 e 2016 a dupla César e Alessandro fez cerca de 12 shows para a Goiás Turismo”, disse. Ele ressaltou que o órgão costuma demorar para saldar os pagamentos. “Eu tenho dois shows para receber, que tem mais de um ano que foi feito. Isso encarece o show, porque não sabemos quando vamos receber”, salientou.

O empresário também respondeu ao questionamento do deputado Cláudio Meireles (PR), presidente da CPI, se houve algum pedido de facilidades financeiras por parte de algum agente público. Alessandro negou e disse que em nenhum momento foi pedido qualquer tipo de facilidade financeira à empresa dele.

Alessandro explicou que a crise financeira que o país enfrenta afetou negativamente o mercado de shows, uma vez que classifica show como supérfluo. "Então, a pessoa corta essa despesa, e isso afetou nosso mercado”, frisou.

O segundo a ser ouvido nesta tarde foi o empresário Eudes Lucio de Oliveira, representante da Fábrica de shows produções e eventos LTDA, da cidade de Crixás. Ele afirmou que trabalha com a Goiás Turismo desde o ano de 2009. De acordo com o empresário, tem um show de 2016 que não foi pago pelo órgão.

Eudes também afirmou que nunca houve nenhum pedido de vantagem financeiro para a contratação dos shows de sua empresa. Ele também falou sobre as contratações através das prefeituras. “Eu faço o trabalho de viajar de cidade em cidade para mostrar os artistas, e aí os prefeitos conseguiam a verba”, afirmou.

Humberto Aidar perguntou se era comum empresas realizarem shows para a Goiás Turismo e não receberem pagamento. Eudes respondeu que conhece outras empresas que reclamam de demora no recebimento, que ultrapassa um ou dois anos.

Cláudio Meirelles indagou se empresas costumam cobrar mais caro por seus artistas ou estruturas ao serem contratadas pelo Governo, uma vez que o pagamento é mais demorado. O inquirido respondeu que não tem conhecimento sobre essa diferenciação de valores. O que ocorre, geralmente, é aumento de valor para que outros serviços sejam prestados, como fornecimento de equipamento de som e iluminação, explicou Eudes.

Outra oitiva está marcada para esta quinta-feira, 21, às 14h30.

Estiveram presentes na reunião desta tarde os deputados Lívio Luciano (PMDB), Gustavo Sebba (PSDB) e Humberto Aidar (PT), além de Cláudio Meirelles. As atividades foram assessoradas pela procuradora do quadro da Procuradoria da Casa, Regiani Dias. #DepClaudioMeirelles #DeputadoClaudioMeirelles #Alego #CPIGoiásTurismo #ComféemDeusestoutrabalhando

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18/09/2018

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