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Na Ordem do Dia, vários deputados usam a tribuna para discutir matérias

Durante a votação da Ordem do Dia, o deputado Cláudio Meirelles (PTC) pediu que o governo Caiado faça um plano de investimentos e previsão de receitas para a melhor organização do Poder Executivo. "Só cortar despesas, sem aumentar as receitas, não vai adiantar nada, não vai resolver o problema", afirmou. 

Cláudio disse que não há um projeto sequer da Governadoria que aumente alguma receita do Estado. "Sou servidor efetivo da Secretaria da Economia, antiga Sefaz, há 32 anos e lá tem um desânimo total, não existe organização nem planejamento de trabalho para nada, ninguém pensa em arrecadar e aumentar as receitas", pontuou. "E sem aumentar receitas esse Governo não vai conseguir pagar a folha por mais dois meses", completou. 

Em aparte, durante o pronunciamento de Cláudio Meirelles, o deputado Antônio Gomide (PT) disse que o incentivo da Secretaria da Economia para cortar despesas em troca de bônus para as pastas acaba estimulando secretários do primeiro escalão a cortar mais, sem critérios, inclusive fechando escolas de tempo integral. 

Por fim, Cláudio também pediu que os pedidos de verificação de quórum dos parlamentares sejam atendidos assim que forem solicitados.

O deputado Amauri Ribeiro (PRP), que integra a base aliada ao Governo, garantiu que o governador Ronaldo Caiado (DEM) vai cumprir o cronograma de pagamento da folha de dezembro do funcionalismo.

“Tenho certeza que o Governador, apesar de toda a dificuldade que está enfrentando, por conta de um Governo que foi insensato, incompetente, irresponsável e ferrou com esse Estado, ele vai cumprir o compromisso e vai quitar a folha de dezembro”, pontuou.

O parlamentar ainda defendeu o direito de apoiadores de Caiado indicarem nomes para cargos no Executivo. “Vocês queriam que vocês da oposição indicassem? No Governo passado funcionava assim? Meu irmão é diretor da Codego, mas não fui eu que trouxe ele não. Ele é presidente do DEM de Trindade há anos, e é mais que justo, por respeito, ele ter um cargo porque é parceiro do Governador. Agora vocês queriam que vocês que são oposição e esculacham o Governo tivessem poder de indicação?”.

O deputado Talles Barreto (PSDB) ocupou a tribuna para fazer uma série de críticas ao Governo. Respondendendo a críticas feitas pelo deputado Amauri Ribeiro (PRP), Talles afirmou que em discurso realizado anteriormente não questionou honestidade do governador Ronaldo Caiado, mas sim sua competência. O deputado ressaltou que o Governador não paga o mês de dezembro para uma parcela dos servidores porque fez esta opção.

Para Talles, o Governo envia à Assembleia projetos mal elaborados e mal discutidos, como o da diminuição do número de beneficiários do Passe Livre Estudantil, e por isso é derrotado nas votações da Casa. “Os goianos mereciam um secretariado mais preparado, formado por pessoas competentes, que são de Goiás, e não forasteiros que não conhecem a realidade do Estado”, disse.

O parlamentar lembrou ainda que o Governador prometeu não fazer barganha, mas nomeou vários parentes em sua administração e que quer fechar colégios militares por questões políticas.

O deputado Alysson Lima (PP) também subiu à tribuna durante a discussão de matérias para comentar sobre a reforma administrativa que tramita na Casa. “Várias emendas foram apresentadas e o assunto deve ganhar força nos próximos dias”, considerou.

Em seguida, o parlamentar disse que “como deputado de oposição”, não poderia “ficar de braços cruzados e não me pronunciar sobre essa reforma que vai prejudicar diversos serviços”. Para ele, o que mais surpreende é ver deputados subirem na tribuna para dizer que o Governo pegou o Estado quebrado. “Não faço defesa de Governo anterior, mas gostaria de entender como um governo com um orçamento na faixa dos R$ 20 milhões ao ano pode estar quebrado. Talvez esteja enfrentando uma dificuldade financeira, mas quebrado? Não vejo dessa forma”.

Em seguida o parlamentar comentou pontos da reforma que afetam diretamente serviços importantes do Estado. “Minha preocupação é com a realidade social. Os cortes do passe livre, por exemplo, depois da mobilização dos estudantes e mais de cinco mil pessoas na Universidade Federal de Goiás (UFG) protestando, o Governo ficou acuado. Em momento algum o governo foi generoso. Que benefício Caiado trouxe até agora ao povo goiano? Com exceção da extinção da terceira classe não vejo nenhuma novidade”, disparou.

Posteriormente o parlamentar falou sobre o decreto da Governadoria que diminui o limite de construções de grandes impactos nas proximidades do Rio Meia Ponte. “Isso vai afetar municípios, regiões de mananciais, áreas de preservação ambiental e outras localidades que serão fortemente afetadas por essa medida”. E acrescentou que rapidamente “reagiu” ao apresentar um decreto legislativo para que os deputados possam revogar a decisão de Caiado.

“O que vejo é um governo sem conexão com a sociedade. O Governo Caiado tem que assumir seu papel e mostrar para que veio. Mas continua sem rumo, sem foco, sem direção e desagradando a sociedade”, lamentou. Por fim, o parlamentar disse ter percebido que alguns deputados da base já estão se desestimulando. “Eles já estão percebendo que uma hora ou outra deve acontecer uma tragédia administrativa. O DNA do Caiado está no Legislativo. Estou com a sensação de que o Estado está desgovernado, sem comando, sem autoridade e sem um líder”, finalizou.

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