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Lêda Borges apoia indicações para Conselho de Educação e tece críticas ao governador Ronaldo Caiado

30 de Abril de 2019 às 15:44

Na tribuna, durante o Pequeno Expediente desta terça-feira, 20, a deputada Lêda Borges (PSDB) se posicionou sobre duas questões. Primeiro, manifestou seu apoio  às indicações de Maria Euzébia de Lima, conhecida como Bia de Lima, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Goiás (Sintego), e de Júlia Lemos Vieira, membro da União Estadual dos Estudantes (UEE), para o Conselho Estadual de Educação. Logo após, expressou sua discordância à parabenização de Alysson Lima (PRB) ao govenador Ronaldo Caiado (DEM).

Segundo a deputada, o Conselho Estadual de Educação demanda habilidades técnicas que envolvem questões como capacidade, competência e conhecimento na área da educação. Dessa forma, considera que ambas as indicadas estão aptas a serem indicadas.

Em seguida, expressou sua decepção quanto à questão da região metropolitana do Distrito Federal (DF) e a não definição do Fundo Constitucional da Ride (Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno), pelo governador Caiado e pelo atual ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. De acordo com Lêda, existem diversos projetos de lei sobre isso no Congresso Nacional. "Entretanto, somente se ouve que o Governador irá montar um comitê para a gestão da Ride".

“Penso que as vaidades estão impedindo o avanço da nossa região, que precisa ter uma política integrada de educação, de segurança pública, de saúde, de mobilidade urbana e na parte de infraestrutura e saneamento básico. Que pena que não se olha como um todo, e sim para quem apresentou a ideia, matando o projeto em seu nascedouro”, disse a parlamentar.

A deputada ainda demonstrou sua perplexidade quanto à permissão do fechamento do Hospital Materno Infantil (HMI). Lêda informou que desde que o Governador foi eleito, “já visitou o Materno Infantil mais de dez vezes, acompanhada de deputados da base aliada”, e que ainda assim o hospital permanece com falta de medicamentos e sem reforma necessária para a manutenção de sua infraestrutura.  

“Como é que você não estabelece uma reforma, Governador?", indagou. "Eu não entendo como alguém que visitou o estado inteiro, que é político há 30 anos, e eu nunca vi uma emenda dele na minha região, não dar conta de reconstruir estradas, de reformar e conseguir medicamentos ao Materno Infantil e de cumprir o mínimo constitucional para a Educação, tendo 60 milhões de reais no fundo”, questionou.

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