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Saúde em discussão

02 de Maio de 2019 às 15:58
Crédito: Denise Xavier
Saúde em discussão
Presidente Lissauer Vieira, em reunião com o secretário de Saúde, Ismael Alexandrino
O presidente Lissauer Vieira recebeu, nesta quinta-feira, o secretário estadual de Saúde, Ismael Alexandrino, prefeitos e secretários municipais para tratar da estruturação dos consórcios e regulação na Saúde.

O presidente da Assembleia, Lissauer Vieira (PSB), recebeu, na tarde desta quinta-feira, 2, o secretário estadual de Saúde, Ismael Alexandrino, além de prefeitos e secretários de municípios da região Sudoeste do Estado, para tratar da estruturação dos consórcios de saúde e de mudanças no atual modelo de regulação.

Para o titular da SES-GO, se estruturados, os consórcios são uma importante ferramenta de gestão que vai ajudar na programação da regionalização da Saúde. A secretária de Itarumã, Letícia Teixeira, reforçou a importância do apoio do presidente Lissauer para chamar os prefeitos para um novo acordo e uma nova pactuação.

“Hoje nós estamos em apenas quatro municípios e o nosso anseio é de que isso cresça. A falta desse consórcio acarretaria em prejuízo muito grande, porque os nossos pacientes necessitam desse atendimento”, defendeu a secretária.

Outro tema abordado durante o encontro foi o modelo atual de regulação. O secretário estadual defende que a regulação seja feita no âmbito do Estado e não dos municípios. “Hoje a regulação tem várias frentes, vários caminhos, várias portas. O Estado entende, hoje, que a regulação não é adequada. Os municípios reclamam isso, sobretudo o acesso ao serviço de Goiânia”.

A proposta é considerada polêmica, já que uma ação já foi judicializada pelo município de Goiânia. “Nós estamos estudando essa judicialização, em que termos que se deu, se é algo facilmente reversível, se é algo que a gente consegue resolver administrativamente com diálogo. É um tema delicado no que tange a regulação de Goiânia. Talvez 80% dos serviços prestados, hoje, na região metropolitana da capital, são de demanda de Goiânia. Mas, o que nós entendemos de regulação é que ela precisa estar no âmbito do Estado, para que os municípios tenham uma participação proporcional à sua população, tanto do ponto de vista de custo quanto de acesso ao serviço”, defendeu Ismael Alexandrino.

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