Escrivã da Polícia Civil fala sobre o processo seletivo para chegar à corporação e os desafios da profissão
A escrivã de Polícia, Thatiana Marques Leão, ocupou a tribuna do Plenário da Assembleia Legislativa como a segunda representante dos homenageados na solenidade em comemoração ao Dia do Policial Civil.
A escrivã começou seu discurso lembrando que cada homenageado desta noite veste a camisa da corporação de forma literal, mas que também é guardada no coração, num misto de vocação e paixão. Lembra que o medo é normal, mas que eles são treinados para superá-lo, destacando que a Escola Superior da Polícia Civil é referência no País.
Ela aponta ainda, em seu discurso, que a Polícia Civil é uma instituição escrita na Constituição Federal, muitas vezes confundida com a Polícia Militar, mas voltada para a investigação, sem o poder de julgamento e acusação, fazendo o máximo para evitar o confronto.
“Para ser policial é preciso vocação, mas também qualificação. É um concurso longo e sofrido, que analisa sua saúde mental, física e intelectual. Nele, é possível ao candidato decidir se é isso mesmo que quer para sua vida”, descreveu Thatiana.
Por fim, a escrivã lembrou que a Polícia Civil é, sem dúvida, defensora dos direitos humanos. “Quando temos uma Delegacia da Mulher, do Idoso, em defesa da Criança e Adolescente, nós pensamos na vítima. Delegacias especiais, voltadas para crimes específicos. Agradeço a honra de poder falar em nome dos colegas”, finalizou a escrivã.