Na tribuna, Paulo Trabalho repercute emenda à LDO e critica posição de Talles Barreto sobre repasses para Educação
Primeiro a discursar durante o Pequeno Expediente da sessão ordinária desta quarta-feira, 26, o deputado Paulo Trabalho (PSL) subiu à tribuna para agradecer os deputados Chico KGL (DEM) , Karlos Cabral (PDT) e Jeferson Rodrigues (PRB). Segundo Trabalho, eles concordaram em assinar uma emenda parlamentar à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que destinam mais recursos à Saúde no Nordeste goiano.
De acordo com o parlamentar, a emenda assinada em conjunto pelos deputados, também visa garantir o transporte aero médico “Asas da Saúde”. “O povo daquela região está a aproximadamente 8 horas de distância da Capital. Muitas vezes os pacientes não conseguem chegar a uma UTI a tempo. A presença desse serviço pode salvar vidas graças a sua agilidade de deslocamento. Uma aeronave se faz extremamente necessária para a nossa região”, destacou.
Ele aproveitou ainda para estender seus agradecimentos ao coronel Carlos Alberto Cardoso, chefe de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás e também a todos os médicos socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
Outro tema destacado pelo parlamentar na tribuna diz respeito ao pronunciamento do deputado Talles Barreto (PSDB) na tarde de ontem, 25. “O deputado Talles fez uma dramatização em relação aos R$ 400 milhões, ou seja, os 2% da Universidade Estadual de Goiás (UEG), que o governador Ronaldo Caiado está inserindo nos 25% que a Constituição determina que sejam repassados para a Educação. Ora deputado, a UEG não se entende também como Educação?”, indagou Trabalho.
Ele aproveitou também para esclarecer que é a favor “de que todo e qualquer investimento possível seja aplicado em Educação”. “O problema é que o deputado Talles não menciona os R$ 900 milhões que deixaram de ser pagos pela gestão anterior em 2018. Eles pagaram apenas 20% para a Educação do estado. 5% a menos do que a lei determina. Não podemos ficar aqui pagando contas de governo passado; basta dezembro que até hoje estamos pagando por culpa do governo anterior”, pontuou.