Ícone alego digital Ícone alego digital

Votações na CCJ

08 de Agosto de 2019 às 14:56
Crédito: Marcos Kennedy
Votações na CCJ
Comissão de Constituição, Justiça e Redação
Comissão de Constituição, Justiça e Redação aprecia projetos e vetos na reunião dessa quinta-feira, 8. Um dos projetos aprovados é de autoria do deputado Karlos Cabral e visa trabalhar a redução de crimes contra jovens e mulheres.

O presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), Humberto Aidar (MDB), realizou a abertura da reunião ordinária desta quinta-feira, 8, no auditório Solon Amaral, às 14 horas. Diversos projetos de autoria parlamentar e vetos da Governadoria tiveram sob apreciação dos deputados.

Dentre os projetos aprovados está o de autoria do deputado Diego Sorgatto (PSDB) que dispõe sobre a obrigação dos estabelecimentos de ensino público e privado disponibilizarem carteiras escolares adequadas às pessoas com deficiência. O projeto foi relatado pelo deputado Henrique Arantes (PTB) que apresentou parecer favorável a matéria. Os demais parlamentares acompanharam a avaliação de Arantes e a matéria terminou aprovada pela comissão.

Outro projeto que também recebeu parecer favorável do relator foi protocolado sob numeração 3449/19. A matéria é de autoria do deputado Karlos Cabral (PDT) e foi apreciada pela deputada Lêda Borges (PSDB). Os demais parlamentares também votaram favoráveis à medida que dispõe sobre a política de atendimento multidisciplinar às vítimas de violência. Segundo o autor, a matéria objetiva trabalhar a redução de crimes cometidos contra a juventude e mulheres no Estado de Goiás considerado um dos mais violentos no país em gênero e em relação a juventude, segundo o "Atlas da Violência 2018", organizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Na lista dos processos rejeitados pela comissão está o projeto que institui o programa de aluguel social dos municípios. A matéria objetiva instituir um benefício assistencial para disponibilizar acesso à moradia em caráter emergencial e temporário, mediante transferência de recursos para famílias de baixa renda em situação de vulnerabilidade social. Dessa forma, seria custeada a locação de imóveis por tempo determinado. A matéria, de n° 2392/19, terminou rejeitada por unanimidade.

Outro que também teve a rejeição aprovada pela comitiva foi o projeto de n° 2850/19 de autoria do deputado Humberto Teófilo. A matéria dispõe sobre a adoção de atividades com fins educativos para enfrentamento à violência em estabelecimentos do sistema educacional do estado. Ela foi apreciada pelo deputado Álvaro Guimarães, que optou pela rejeição da matéria. Os demais parlamentares acompanharam a decisão sob alegação de inconstitucionalidade.

O presente projeto propõe atividades com fins educativos em prol do combate à violência nas escolas, com integração dos alunos, de suas famílias e da comunidade, mediante participação efetiva nas reuniões e debates. Por outro lado, esse projeto estabelece a prática de manutenção do ambiente escolar, na reparação de danos, bem como na restauração do patrimônio da escola ou dos seus segmentos internos.

O projeto de n° 3418/19 de autoria do deputado Bruno Peixoto (MDB), também foi apreciado no encontro desta tarde. A matéria proíbe práticas abusivas por parte das operadoras de serviços de telecomunicações. O líder do governo na Casa pediu a palavra para defendê-lo, no entanto, apesar da argumentação, o deputado Humberto Teófilo solicitou vistas à matéria. O encontro foi encerrado às 15 horas para início da sessão ordinária no plenário Getulino Artiaga.

Compartilhar

Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao utilizar você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para ter mais informações sobre como isso é feito, acesse nossa política de privacidade. Se você concorda, clique em ESTOU CIENTE.