Delegado Eduardo Prado critica divulgações equivocadas da imprensa envolvendo o seu nome
O deputado Delegado Eduardo Prado (PV) subiu à tribuna durante a Ordem do Dia para manifestar seu apoio ao primeiro projeto a entrar em votação na tarde de hoje, 13. A deliberação referia-se a parecer favorável emitido pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) à propositura de nº 1192/19, de autoria do deputado Karlos Cabral (PDT), que cria o "Programa Nascer da Cidadania" para registro dos dados biométricos de recém-nascidos.
Prado aproveitou ainda a oportunidade para exigir o devido respeito de órgãos da imprensa em relação à ações de sua autoria. Ele se referia especificamente à divulgação, supostamente indevida, de projetos em tramitação na Casa, em que prestigia a comunidade japonesa radicada em Goiás. "A migração japonesa trouxe influências positivas para o nosso estado, se destacando como grandes comerciantes e geradores de empregos", iniciou.
Segundo ele, um site, cujo nome não identificou, teria aproveitado a deixa para fazer associações entre o feito e suas supostas intenções em assumir a prefeitura de Goiânia, já no próximo pleito. Para o deputado, tais suposições da imprensa teriam a nítida intenção de macular a imagem do seu trabalho enquanto parlamentar, bem como a sua trajetória como delegado.
"Sempre cultivei uma amistosidade com a imprensa, que já me elegeu, inclusive como melhor vereador e politico goiano da nova geração, por meu trabalho na segurança publica. Mas, o desrespeito é via de mão de via. Se mexer comigo, vou agir dentro da legalidade", alertou.
"Se esse blog é financiado pelo PSDB, eu queria dizer que o próprio governador de vocês, o ex-governador Marconi Perillo, já me elogiou perante a sociedade, dizendo que meu trabalho, no caso do serial killer de Goiânia, deveria ser respeitado em todo Estado”, considerou. O parlamentar se referia a Tiago Henrique Gomes da Rocha, que confessou ter assassinado 39 pessoas, entre os anos de 2011 e 2014, em Goiânia.
Ao final da discussão, o parecer favorável à matéria em votação foi aprovado pelo Plenário da Alego.