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CPI da Enel Goiás

12 de Setembro de 2019 às 07:20
Crédito: Carlos Costa
CPI da Enel Goiás
Dep. Henrique Arantes
Deputados que compõem a CPI, presidida pelo deputado Henrique Arantes, realizam oitiva com novo presidente da Enel Goiás, José Luiz Salas, nesta quinta-feira, 12. A reunião terá início às 10 horas no auditório Solon Amaral da Alego.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Enel, presidida pelo deputado Henrique Arantes (PTB) e sob relatoria do deputado Cairo Salim (Pros), irá receber o novo presidente da empresa responsável pela distribuição de energia elétrica em Goiás, José Luiz Salas, para oitiva. O encontro está marcado para as 10 horas desta quinta-feira, 12, e terá espaço no auditório Solon Amaral da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego).

De acordo com o relator da CPI, os frutos do trabalho desempenhado pelos parlamentares já começaram a ser colhidos: “Provocamos um acordo entre a Enel e o Estado onde foram assumidos compromissos de maiores investimentos para Goiás”, comemora.

O parlamentar também destacou que diante do trabalho desempenhado pelo grupo, a presidência da concessionária em Goiás também foi substituída. Segundo Salim, a expectativa da oitiva diante desse novo nome é “entender quais são os planos da companhia para o estado". "A Capital e diversos municípios de Goiás estão sofrendo com as quedas constantes de energia e reajuste das cobranças”.

Na semana passada o parlamentar, juntamente com o presidente da CPI, esteve na Câmara Municipal de São Miguel do Araguaia — cidade do Noroeste goiano, localizada a 474 quilômetros de Goiânia. Lá, os deputados realizaram a 12ª audiência pública itinerante onde colheram novas denúncias e reclamações a respeito do serviço prestado pela empresa.

Após a sabatina na manhã desta quinta-feira, Salim garantiu que serão apresentados novos requerimentos com o objetivo de providenciarem novas convocações. Vale lembrar que a comissão instaurada no Poder Legislativo tem por objetivo de apurar as supostas irregularidades no contrato de compra e venda da antiga estatal — Celg-D — e na prestação de serviços pela atual concessionária.

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