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Escritor participa do Alego Ativa e diz que o projeto dele ganhou visibilidade no programa

13 de Setembro de 2019 às 10:40

O escritor Pedro Ivo Peres de Santana, autor do projeto literário infantil e de preservação ambiental 'O Cerrado na Escola', esteve na Agência Assembleia de Notícias, para falar da participação dele no programa itinerante Alego Ativa. “Só tenho que agradecer ao ex-deputado Simeyzon Silveira, diretor de Assuntos Institucionais da Assembleia, por ter acreditado no nosso projeto, que ganhou maior visibilidade através desse programa”, ressaltou.

Pedro Ivo lançou cartilhas sobre os seguintes animais: Seriema, Tamanduá-Bandeira, Lobo Guará, Arara, Inhambu, Onça Pintada, Carcará, Tucano, Raposa, Jaó, Ema, Tatu Canastra, Gavião-Carijó e Perdiz. Além de curiosidades sobre esses animais, o escritor alerta que a maioria deles corre risco de extinção No Alego Ativa, comercializa as cartilhas e fala sobre o projeto dele de preservação ambiental.

Com três edições já realizadas nas cidades de Acreúna, São Simão e Luziânia, e uma próxima já marcada para este mês, em Alvorada do Norte, o programa itinerante Alego Ativa já soma mais de 10 mil atendimentos em diversas áreas, graças às parcerias com dezenas de instituições públicas e privadas. O projeto, implantando na atual Legislatura, visa ampliar a representatividade da Assembleia Legislativa e o envolvimento dela com a sociedade.

Durante o evento, são oferecidos à população local dezenas de serviços nas áreas sociais, jurídica e saúde, além de cursos de treinamento e qualificação profissional, atividades culturais, entretenimento e lazer para adultos e crianças. O Alego Ativa ocorre sempre no último sábado do mês, em algum município de diferentes regiões do Estado.

Água Só

Na oportunidade, Pedro Ivo sempre gosta de declamar a poesia dele, intitulada “Água Só”, e que fez parte do projeto Varal de Poesia da Alego. Nesse momento em que a Saneago faz campanha por economia de água, a poesia de Pedro Ivo cala fundo em nossos corações: “Sou veio d’água e depois/Quero ser rio corrente/Mas atualmente me sinto/Estar sozinha e doente – Se não puder criar peixe/Vou viajar com o vento/Pra chamar sua atenção/Às vezes viro um tormento – O homem me usa errado/E na terra virou mandão/Me prende e lava ruas/Sem dar nenhuma atenção – Às vezes o vento me pega/E esfrega fazendo enchente/Só nessa hora se lembram/Que já fui água corrente – Ele se esquece também/Que sou o alimento do mundo/E que minha tendência é ser rio/Correndo calmo e profundo – Do jeito que o planeta ainda/Com as agressões em rede/Não demora mais muito tempo/E a terra vai passar sede”.

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