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No Grande Expediente, Amauri Ribeiro diz que Enel não cumpre com obrigações básicas

14 de Novembro de 2019 às 10:36

Terceiro orador a falar no Grande Expediente, o deputado Amauri Ribeiro (Patriota) ocupou a tribuna para voltar a fazer críticas à empresa Enel que, segundo ele, não cumpre nem com as obrigações básicas. “Na antiga Celg tinha chuva também e nem por isso o produtor rural ficava 11 dias sem energia elétrica, como ocorre atualmente com a Enel”, afirmou.

Segundo Ribeiro, durante audiência pública realizada na cidade de Palmeiras, a empresa enviou apenas um advogado para responder reclamação de moradores contra a falta de energia. “O advogado disse que os problemas estão acontecendo porque o governador pegou o Estado em situação difícil e a empresa precisa de tempo para solucioná-los. Eu pedi para que ele respeitasse os goianos, pois não estávamos ali para ouvir este tipo de desculpas”, destacou. “A justificativa da Enel é que 30 meses para resolver problemas é muito pouco, mas nesses 30 meses só piorou em vez de pelo menos melhorar um pouco, e esse advogado da Enel ainda disse que a Assembleia Legislativa não pode tirar da Enel nenhum direito a ela concedido, em contrato.”

O parlamentar afirmou que a Enel tem direitos, mas também tem obrigações no contrato estabelecido na compra da Celg. “E aí iniciou-se uma discussão sem fim na audiência pública, o que eu quero dizer para essa empresa é que ela presta um desserviço ao povo goiano, eles tiraram dos municípios as pessoas que atendiam na antiga Celg”, completou.

A demissão de funcionários seria o motivo da incapacidade da empresa em atender a população quando ocorre o problema, segundo Amauri Ribeiro.

De acordo com o deputado, os produtores rurais em todo o Estado estão padecendo com a falta de energia. “Um produtor rural chegou a ir a pé até a sede da Enel e despejou lá toda a carne que apodreceu por falta de energia”, contou.

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