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Henrique Cesar é o 3° vice

19 de Novembro de 2019 às 17:25
Crédito: Maykon Cardoso
Henrique Cesar é o 3° vice
Sessão extraordinária
Durante sessão extraodinária os deputados elegeram Henrique Cesar para 3ª vice-presidência da Casa e na sessão ordinária o nome da presidente do Sintego, Bia de Lima, foi aprovado para Conselho Estadual de Educação.

A Assembleia Legislativa aprovou na tarde desta terça-feira, 19, durante uma sessão extraordinária, o nome do deputado Henrique Cesar (PSC) para o cargo de terceiro vice-presidente da Casa. Ele era candidato único e foi eleito, por votos 33 a 0, com 8 ausências, para o cargo, que estava vago desde a mudança do Regimento Interno da Casa. Ele toma posse de imediato. 

A deputada Delegada Adriana Accorsi (PT) retirou seu nome da disputa, em nome do consenso. "Fizeram uma proposta para que seja criada uma quarta vice-presidência da Casa, permanente e com ocupação exclusivamente feminina, para a Mesa Diretora, no biênio 2021-2023, e eu concordei com essa proposta", explicou.

Sessão ordinária

Os deputados aprovaram ainda, em votação única e nominal, durante a Ordem do Dia  da sessão ordinária, o projeto de lei de nº 6628/19, de autoria da Governadoria, que sugere a indicação do nome de Maria Euzébia de Lima, conhecida como Bia de Lima, para compor, pelo período de quatro anos, o Conselho Estadual de Educação, na condição de membro titular.

O placar foi de 24 votos favoráveis e 7 contrários. Votaram contra os deputados Julio Pina (PRTB), Zé Carapô (DC), Amauri Ribeiro (Patriota), Rafael Gouveia (Progressistas), Delegado Humberto Teófilo (PSL), Henrique Cesar (PSC) e Jeferson Rodrigues (Republicanos).

Esta é a segunda vez que a Alego aprecia a indicação de Maria Euzébia de Lima. No dia 2 de maio deste ano, o Plenário da Casa rejeitou a indicação da professora, a Bia do Sintego, para compor o Conselho Estadual de Educação, como representante do Fórum Estadual de Educação.

A indicação constava do processo legislativo nº 1670/19, também de autoria do Executivo, e causou polêmica entre os parlamentares em razão de um suposto apoio da educadora à inclusão do debate sobre ideologia de gênero nas escolas públicas.

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