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Após TJ absolver Cláudio Meirelles, deputado usa tribuna para rememorar processo

19 de Fevereiro de 2020 às 17:17

Durante a sessão ordinária desta quarta-feira, 19, o deputado Cláudio Meirelles (PTC) usou a tribuna para anunciar que votará pela derrubada do veto ao projeto do deputado Alysson Lima (Solidariedade) referente a cobrança de pedágios nas rodovias goianas. “O projeto do deputado dizia que estava cancelada a cobrança dos pedágios e o governador vetou”, lembrou o parlamentar ao anunciar seu voto pela derrubada.

Em seguida, o parlamentar aproveitou seu tempo na tribuna para discorrer sobre uma publicação feita pelo jornal O Popular.  “Há seis meses  saiu uma matéria que depois descobri que foi gente do Governo que mandou divulgar. Trata-se de uma condenação contra a minha pessoa na primeira instância. A ação diz respeito a um processo de licitação na Câmara Municipal, quando fui presidente”, rememorou.

Em seguida, ele detalhou o ocorrido: “Na época, quando assumi a presidência, fui aconselhado pela Procuradoria-geral da Casa, juntamente com o Controle Interno, a não pagar a empresa que prestava serviço de limpeza, já que meu antecessor prorrogou o contrato através de um aditivo e a Lei de Responsabilidade Fiscal proíbe que o gestor deixe despesas para o próximo pagar”, introduziu.

“Então encaminhei ao Tribunal de Contas do Município (TCM) para que tomasse uma posição. Os técnicos demoraram cinco meses para julgar, e no julgamento optaram por cancelar o aditivo feito pelo meu antecessor, fazer um novo e que não procedia fazer nova licitação, já que a que havia sido feita era para um prazo de cinco anos”, completou.

Em seguida, Cláudio disse que o Ministério Público abriu um processo criminal que dizia que ele deixou de fazer a licitação em questão. “Semana passada, em grau de recurso, o Tribunal de Justiça de Goiás, de forma unânime, me absolveu. Dizendo que tudo o que fiz foi obedecer a corte especializada de contas. Nada tenho a dever”, finalizou o parlamentar.

Por fim, Meirelles aproveitou para criticar a postura do jornal diante do ocorrido: “Infelizmente, quando sai uma notícia ruim, a imprensa divulga, quando sai uma absolvição unânime por parte dos desembargadores, nada sai. Portanto, quero lembrar que fui absolvido e nada tenho a dever à Câmara Municipal”, pontuou.

Agência Assembleia de Notícias
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