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PMDB está fora da Comissão de Revisão da Constituição

19 de Novembro de 2007 às 00:00
Depois que o PMDB faltou às quatro primeiras reuniões da Comissão de Revisão da Constituição Estadual, o presidente da comissão, Helio de Sousa (DEM), enviou ofício ao presidente Jardel Sebba (PSDB) solicitando a indicação de novos integrantes para as três vagas anteriormente destinadas ao PMDB entre os 10 parlamentares que integram o grupo.

O presidente da Comissão de Revisão da Constituição Estadual, Helio de Sousa (DEM), confirma: o PMDB perdeu qualquer chance de participação nos trabalhos da comissão. Segundo ele, nenhum peemedebista esteve presente nas quatro primeiras reuniões, o que automaticamente exclui os parlamentares do partido. 

Mesmo assim, o deputado Luis Cesar Bueno (PT) entende que o PMDB deve ser "sensibilizado" para participar dos trabalhos da comissão. “Devemos esquecer partidos nessa hora, porque a Constituição não é de partido ou de grupos, é da Assembléia para a sociedade como um todo, por isso, deveria ter a representação de todos os partidos na comissão”, destaca. 

Na reunião do último dia 8, a comissão enviou ofício solicitando ao presidente da Casa, Jardel Sebba (PSDB), intervenção junto à bancada peemedebista para acelerar a decisão sobre a participação na comissão. O partido teve que se posicionar até o inicio da reunião do dia 13, quando optaram pela retirada do PMDB dos trabalhos.

Helio de Sousa (DEM) diz que agora o presidente da Casa, Jardel Sebba (PSDB), deverá indicar os três componentes que vão fazer parte da comissão, preenchendo as vagas que foram inicialmente destinadas ao PMDB. O presidente deverá conversar com os líderes das bancadas para depois anunciar os novos três integrantes da comissão. Jardel Sebba diz que lamenta a saída dos peemedebistas, mas que vai cumprir a promessa de adequar a Constituição estadual à federal.

Retirada

No início desta tarde o líder do PMDB, deputado José Nelto, confirmou que o partido não tem intenção de participar dos trabalhso da Comissão. Segundo ele,  a base aliada foi autoritária ao não permitir discussão na escolha dos cargos da comissão que vai revisar o texto constitucional, daí a recusa do PMDB em participar.

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