Ícone alego digital Ícone alego digital

Lissauer considera prudente a prorrogação de dívidas pelo STF

02 de Abril de 2020 às 18:04
Lissauer considera prudente a prorrogação de dívidas pelo STF
Para o presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), deputado Lissauer Vieira, a decisão do STF, de prorrogar a suspensão das dívidas do Estado com a União, contribuirá para as medidas adotadas pelo Governo no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. “Sem dúvida, essa é uma medida altamente necessária e muito prudente neste momento. O Governo de Goiás tem trabalhado dia e noite para conter o avanço da pandemia em nosso Estado e, ao mesmo tempo, garantir emprego e renda aos goianos", disse o presidente Lissauer.

Sensível à realidade fiscal de Goiás, especialmente na atual crise enfrentada pelo País, em decorrência da pandemia no novo coronavírus (Covid-19), o presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), deputado Lissauer Vieira (PSB), avaliou a prorrogação da suspensão das dívidas do Estado com a União como “prudente e necessária”. A liminar, que venceria na próxima segunda-feira, 6, foi estendida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão publicada pelo ministro Gilmar Mendes nessa quarta-feira, 1º, até o mês de outubro. Com isso, o Estado deixa de pagar nesse período R$ 200 milhões por mês.

Para o chefe do Poder Legislativo, o adiamento da dívida do Estado com bancos e Tesouro Nacional permitirá que Goiás concentre melhor os esforços no combate à pandemia. “Sem dúvida, essa é uma medida altamente necessária e muito prudente nesse momento. O Governo de Goiás tem trabalhado dia e noite para conter o avanço da pandemia em nosso estado e, ao mesmo tempo, garantir emprego e renda aos goianos. Com essa decisão do STF, teremos um pouco mais de fôlego em nossa situação fiscal, além de podermos, junto aos demais Poderes, auxiliar melhor o Estado de Goiás nesse enfretamento contra o coronavírus”, disse Lissauer.

Gilmar Mendes já havia concedido anteriormente autorização para suspensão dos pagamentos das dívidas em julho de 2019.  Com validade até 6 de janeiro deste ano, a liminar foi prorrogada no final do ano passado até o dia 6 de abril e, agora, adiada até 6 outubro. Outros estados também já foram contemplados com a decisão, entre eles, São Paulo, Bahia, Maranhão, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Santa Catarina e, mais recentemente, Mato Grosso do Sul, Acre e Pará.

RRF

A liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes autoriza ainda a tentativa de ingresso do Estado de Goiás ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF). De acordo com o governador Ronaldo Caiado (DEM), Goiás já cumpre uma série de medidas de ajustes para recuperação fiscal, como a adoção de um sistema próprio de Previdência, aprovado no final do ano passado pela Assembleia Legislativa; a revisão dos incentivos fiscais e a reforma do Estatuto dos Servidores, adequando o Estado às normas federais.

“Há 14 meses eu busco essa saída para Goiás. Fizemos todas as exigências, cumprimos todas as etapas que o Tesouro Nacional impôs. Qual solução foi dada? Estamos sobrevivendo por decisões do Supremo Tribunal Federal. E ainda: Esse estrangulamento fiscal não é diferente de quando assumi. Nós saberemos enfrentar. Saberei continuar recorrendo ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso para avançar naquilo que os estados precisam”, disse Ronaldo Caiado.

Assessoria de Comunicação da Presidência
Compartilhar

Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao utilizar você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para ter mais informações sobre como isso é feito, acesse nossa política de privacidade. Se você concorda, clique em ESTOU CIENTE.