Ícone alego digital Ícone alego digital

Apoio ao setor sucroenergético

22 de Abril de 2020 às 18:34
Apoio ao setor sucroenergético
Em requerimento à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o presidente da Assembleia Legislativa de Goiás apresentou medidas emergenciais para reduzir prejuízos ao setor em razão da pandemia da Covid-19.

Representante do setor produtivo e defensor do agronegócio no Legislativo goiano, o presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Lissauer Vieira (PSB), vem atuando fortemente em prol desses setores com projetos de lei voltados para as cadeias produtivas e a promoção de eventos para a discussão de políticas de estímulo ao aprimoramento da atividade no campo. Nesse sentido e atento à situação econômica do estado em razão da pandemia da Covid-19, o chefe do Poder Legislativo encaminhou nesta quarta-feira, 22, um ofício para a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, solicitando ações de caráter emergencial a fim de evitar o colapso do setor sucroenergético durante o período de enfrentamento ao coronavírus.

De acordo com o parlamentar, o requerimento visa minimizar os problemas desse segmento que, assim como outras áreas da economia, vem sentindo os efeitos da crise provocada pela pandemia. Entre eles, a queda de aproximadamente 60% na demanda do etanol, produto que atualmente representa 2% do PIB brasileiro e reúnem produtores de cana-de-açúcar, trabalhadores do setor químico e da alimentação, cooperativas e agroindústrias responsáveis pela produção de açúcar, etanol e bioeletricidade.

“Além da queda causada pelas medidas de restrição tivemos outro fator de pressão sobre o etanol, o petróleo, que teve baixa no mercado internacional nas últimas semanas. Além dessas incertezas relacionadas à pandemia, também temos o impasse entre a Arábia Saudita e a Rússia com relação aos cortes na produção diária de petróleo, fato que derrubou os preços das commodities que competem com o etanol, inviabilizando completamente o setor e causando prejuízos enormes aos produtores”, justificou Lissauer.

Entre as medidas solicitadas ao Ministério da Agricultura pelo presidente da Alego, estão a redução temporária da tributação do PIS/COFINS sobre o biocombustível com o objetivo de auxiliar as usinas de cana-de-açúcar em tempos de coronavírus, bem como o aumento na cobrança do CIDE (Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico) sobre a gasolina por litro e a abertura de uma linha de crédito para permitir a estocagem e financiamento do etanol anidro e/ou hidratado.

Atuação pelo agronegócio

Sempre sensível as demandas do setor produtivo goiano, o presidente Lissauer, através de sua atuação, obteve conquistas importantes para o setor em Goiás. Uma delas foi a aprovação de lei de sua autoria que transfere de forma simbólica a Capital do Estado para Rio Verde durante a realização da Tecnoshow. A feira é um dos maiores eventos de negócios do setor rural no país e contempla exposição de máquinas e equipamentos agropecuários, plots agrícolas e animais das mais variadas espécies. Este ano o evento foi cancelado em razão do avanço do coronavírus, no entanto, a próxima edição da Tecnoshow já está com data definida e será realizada de 12 a 16 de abril de 2021.

Além de estar presente em praticamente todos os eventos voltados para o setor em Goiás e no País, Lissauer também foi um grande defensor da aprovação, em âmbito federal, da Medida Provisória 897/19. Conhecida como a MP do Agro, a medida foi aprovada pela Câmara Federal em fevereiro, pelo Senado em março e já sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A MP que virou lei, facilita créditos e expande o financiamento do agronegócio brasileiro. A iniciativa ampliou em R$ 5 bilhões os créditos de financiamento para o agronegócio no Brasil e propiciou maior participação dos bancos privados no financiamento da atividade rural.

Assessoria de Comunicação da Presidência
Compartilhar

Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao utilizar você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para ter mais informações sobre como isso é feito, acesse nossa política de privacidade. Se você concorda, clique em ESTOU CIENTE.