Tramita proposta que pode instituir política de fomento ao empreendedorismo feminino
Para estimular a elaboração de projetos e viabilizar mecanismos e alternativas de emprego e renda para mulheres empreendedoras, o deputado Virmondes Cruvinel (Cidadania) apresentou o projeto de lei nº 2531/20, que visa instituir a Política Estadual de Fomento ao Empreendedorismo Feminino, como forma de estimular, capacitar e formar mulheres empreendedoras com apoio do poder público, setor empresarial e demais segmentos sociais que possam atuar na promoção social e econômica das mulheres goianas.
De acordo com o autor, a iniciativa visa ampliar as competências, conhecimentos e práticas que possibilitem uma gestão empresarial eficiente, combinada com formação de assistência técnica e acesso a crédito. “De acordo com o Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), o impacto feminino na sociedade é multiplicador. Quando elas prosperam financeiramente, ao invés de gastarem apenas em compras pessoais, elas investem nos filhos, na família e, principalmente, na comunidade onde vivem. Apesar do número alto de mulheres empreendedoras, elas possuem muitos problemas e necessidades”, justifica Virmondes.
De acordo com a propositura, o objetivo é preparar as mulheres para exercer o papel estratégico de agente do desenvolvimento, transformando-as em líderes empreendedoras, com sensibilidade para identificar oportunidades de desenvolvimento profissional e familiar. Também é meta estimular a elaboração de projetos que viabilizem alternativas de trabalho e renda, ampliem competências e promovam o empreendedorismo com liderança, planejamento e comercialização de negócios.
A matéria propõe ainda o estímulo ao ensino do empreendedorismo em escolas, escolas técnicas e universidades, com vistas à educação e à formação de mulheres empreendedoras, por meio de iniciativas que despertem seu interesse e potencializem seu protagonismo nas atividades voltadas para o desenvolvimento econômico.
O processo deve ser distribuído para relatoria nas próximas reuniões remotas da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).