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Durante votação, Bruno Peixoto fala de projeto que amplia poder da PGE e defende Marcos Cabral

03 de Junho de 2020 às 16:04

Segundo deputado a discursar na Ordem do Dia, o deputado Bruno Peixoto (MDB) disse que cometeu um equívoco ontem ao dizer que a Secretaria de Economia tinha conhecimento da matéria que estava sendo discutida. Bruno se refere ao projeto de lei nº 5866/19, de autoria da Governadoria do Estado. A proposição amplia a competência da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) em relação aos créditos não-tributários devidos a outros órgãos da administração direta, autarquias e fundações públicas e aos poderes e órgãos autônomos, inclusive os seus respectivos fundos.

“Na verdade, não existe parecer da Secretaria de Economia e a Procuradoria Geral do Estado (PGE) apresentou o projeto ao governador, em seguida nos enviou, debateu com a gente e não vai interferir em nada nos tributos, apenas em multas, para que o Estado não perca em ações de execução. Esse é um projeto que faz o Estado arrecadar mais, com a devida cobrança e dentro da lei”, explicou.

“Quero também enaltecer o presidente da Codego, Marcos Cabral, que é sério e íntegro, bastante trabalhador, e que jamais cometeu algo que seja ilegal na Codego ou fora dela. Por isso, digo ao deputado Humberto Teófilo para que respeite a imprensa goiana. Ele tentar descredenciar um jornal por expor a verdade, não é correto”, contestou. “Repito: o Jornal Opção, entre outros da imprensa goiana, é sério e publicou a verdade sobre o que ocorreu na Codego e repito que Marcos Cabral é sério, íntegro e trabalhador, não tendo cometido nenhum ato ilegal”, concluiu, em rápido discurso.

Agência Assembleia de Notícias
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