Alysson Lima demonstra insatisfação com destinação dada a projeto sobre transporte alternativo emergencial
O deputado Alysson Lima (Solidariedade), foi o primeiro parlamentar a usar tribuna virtual durante o Pequeno Expediente da sessão ordinária remota desta quinta-feira, 4. Na oportunidade, questionou o comportamento de parte da base aliada do governador Ronaldo Caiado (DEM) e do líder do Governo na Casa, deputado Bruno Peixoto (MDB) em relação à posição tomada diante do seu projeto de lei que trata do transporte alternativo emergencial.
Ele destacou que não vê problemas em fazer parte da base aliada ao governador, desde que o fato não confronte a ética. “O líder do Governo quebrou a palavra dele ontem comigo e com os manifestantes e representantes da categoria, que estão acampados aqui em frente à Alego buscando uma oportunidade de trabalhar. Ele se comprometeu a fornecer um parecer favorável à matéria e, que votaríamos a mesma na Comissão Mista ontem, porém o encaminhou para diligência”, apontou Alysson Lima.
O parlamentar destacou que um projeto em diligência, nesta situação, significa protelar a votação da matéria e que não poderia deixar de externar o seu repúdio diante dessa atitude. “Nós fazemos parte de uma geração de políticos, agentes públicos, que possui a obrigação moral de honrar a sociedade e defender incondicionalmente os interesses da população. Mesmo fazendo parte do Governo, temos que manter nossa independência. Ser base não significa ser capacho”, destacou.
Para Alysson Lima, o encaminhamento dado à matéria faz parte de um jogo sujo comandado por parte das empresas de transporte coletivo da Capital, que utilizaram de deputados estaduais para fazer valer os seus interesses.