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Comissão diz que falta compromisso em defesa do cerrado

05 de Dezembro de 2007 às 09:31
A falta de comprometimento pessoal com a sustentabilidade do planeta é uma das maiores dificuldades na preservação do bioma cerrado. A opinião foi levantada nesta quarta-feira, durante reunião da Comissão de Agricultura realizada na Assembléia com a presença de inúmeras instituiçãos ligadas à área ambiental.

As dificuldades para preservação do bioma cerrado resultam de uma ausência de comprometimento, de um compromisso pessoal, imprescindível da cada pessoa, com a sustentabilidade da vida no planeta. Foi com esse raciocínio que o deputado Tiãozinho Costa (PTdoB), presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, marcou presença na audiência pública realizada hoje na Assembléia Legislativa sobre a preservação do Cerrado. Para ele, cuidar da natureza significa respeitar, amar e reverenciar a vida.

Em seu discurso, Tiãozinho Costa deixou claro que a natureza vem sofrendo intenso processo de transformação, demonstrando as sérias conseqüências da destruição do meio ambiente. “É perfeitamente possível alcançar a mais alta tecnologia, o mais notável resultado positivo, seguindo uma política sustentável, colaborando com o pensamento da preservação e do reaproveitamento e da economia energética,” enfatizou.

Tiãozinho Costa sugere pesquisas de novas técnicas de desenvolvimento de fontes mais limpas de energia e de matérias primas, enfim, uma série de ações que possam colaborar para condições adequadas da natureza e dos recursos vegetais, animais e minerais. Ele lembra ainda que os problemas são diversificados e competem entre si quanto à gravidade: desertificação do solo, extinção de espécies, destruição de fontes hídricas e a poluição do ar.

“Precisamos fazer uma busca conjunta para cuidar do cerrado, além de muita reflexão, debates e discussões com alunos, professores e profissionais da área”, completou.

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