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PEC faz do cerrado partimônio nacional

05 de Dezembro de 2007 às 11:17
Tiãozinho Costa comandou audiência sobre preservação do cerrado e a PEC que torna o cerrado patrimônio nacional.

A audiência pública desta manhã na Assembléia Legislativa discutiu a importância da preservação do cerrado brasileiro. Promovido pelo presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, Tiãozinho Costa (PTdoB), em parceria com o programa Trilhas do Brasil, da TV Serra Dourada, o debate teve a presença de várias autoridades da área ambiental que explanaram sugestões para a conscientização do cerrado.

O parlamentar diz que as dificuldades para preservação do bioma cerrado resultam da ausência de comprometimento e compromisso pessoal de cada pessoa.

Segundo o deputado, o motivo da audiência é mostrar que a natureza tem sofrido intenso processo de transformação, demonstrando as sérias conseqüências da destruição do meio ambiente. Entre os que fizeram parte do debate destacaram o superintendente do Ibama em Goiás, Ari Soares dos Santos, que disse que a legislação vigente para preservação ambiental do cerrado é boa, mas falta fiscalização por parte do Governo e consciência da população.

Professor e doutor do Instituto Trópico Sub-úmido da Universidade Católica de Goiás, Altair Salles Barbosa apontou o capital internacional como a principal causa da degradação do cerrado. Ele disse que a situação só vai melhorar quando o país mudar a política econômica.

Superintendente de biodiversidade e floresta da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Emiliano Lobo de Godoy também esteve presente. O deputado federal Pedro Wilson (PT), autor da (PEC) 115/95, esteve representado por Antônio Baiano de Almeida, que repassou a mensagem do deputado que acredita na votação da proposta ainda neste ano, já que as questões relacionadas à preservação do meio ambiente têm merecido destaque no Congresso.

Tiãozinho Costa finalizou sugerindo pesquisas de novas técnicas de desenvolvimento de fontes mais limpas de energia e de matérias primas para colaborar com as condições adequadas da natureza. “Precisamos fazer uma busca conjunta para cuidar do cerrado, além de muita reflexão, debates e discussões com alunos, professores e profissionais da área”, completou.

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