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PSDB descarta manobra política com adiamento da votação do Orçamento

13 de Dezembro de 2007 às 11:40

Líder do PSDB na Assembléia Legislativa, o deputado Padre Ferreira descarta qualquer conotação política sobre o adiamento na apreciação do Orçamento para 2008. O Orçamento está estipulado em R$ 11,3 bilhões e deverá ser votado no período entre 2 e 4 de janeiro, após os festejos do Natal e Révéillon.

“Trata-se de uma questão legal pelo fato de não haver adaptação do texto constitucional com o novo Regimento Interno, que prevê o recesso parlamentar a partir de 15 de dezembro”, justifica, lembrando que a decisão é fruto do consenso suprapartidário, com apoio da oposição.

Pelo novo Regimento, os deputados reduziram o recesso e teriam de trabalhar até 22 de dezembro. Padre Ferreira esclarece também que o Orçamento, que recebeu 1.990 emendas, será apreciado junto com o Plano Plurianual (PPA), uma vez que a relatora Betinha Tejota (PSB) não entregou seu parecer em plenário, ontem.

Padre Ferreira joga água benta sobre os reflexos no Poder Legislativo dos atritos políticos entre o governador Alcides Rodrigues (PP) e o senador Marconi Perillo (PSDB): “Isso não passa de mal-entendido, sem maiores desdobramentos”.

A bancada do PSDB tem 11 representantes na Assembléia Legislativa. A deputada Flávia Morais foi convidada para ocupar a Secretaria da Cidadania, além de Daniel Messac, hoje respondendo por uma Secretaria Extraordinária. Com a saída de Flávia e  Messac, estão no exercício do mandato os suplentes Evandro Magal e Júlio da Retífica. 

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