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Pastoral Carcerária considera retrocesso a junção das secretarias

19 de Dezembro de 2007 às 11:22
A coordenadora da Pastoral Carcerária, Maria José de Oliveira, declarou  durante audiência que sobre a manutenção da Secretaria de Justiça de Goiás (Sejus), que a preocupação da pastoral não é apenas com os detentos, mas com todos que estão, direta ou indiretamente, envolvidos com os encarcerados. Para ela, tanto presos, quanto funcionários são merecedores de atenção neste momento de caos do sistema penitenciário.

A coordenadora da pastoral lembra a última briga envolvendo as alas A e C que aconteceu no começo desse mês, na Penitenciária Odenir Guimarães (POG), antigo Cepaigo. Na ocasião, 11 pessoas ficaram feridas e uma foi morta. Ela destaca a falta de recursos humanos, estruturais e financeiros da agência prisional.

Ela salienta que veio à audiência pedir junto à Assembléia para que haja movimentação da Casa para uma maior discussão quanto a junção das secretarias de Segurança Pública e Justiça. “Considero essa junção um retrocesso”, destaca.
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