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Servidores da Assembléia livres da febre amarela

20 de Dezembro de 2007 às 15:28
Em meio à notificação da circulação do vírus da febre amarela entre macacos em 28 municípios goianos, os servidores da Assembléia Legislativa estão tranqüilos, pois estão em dia com a vacinação contra a doença.  De 22 a 29 de novembro, a Divisão de Recursos Humanos, juntamente com a Divisão de Saúde e Promoção Social da Casa e a Secretaria de Saúde de Goiânia, promoveu a vacinação contra tétano e difteria; a Tríplice (que imuniza contra caxumba, rubéola e sarampo), hepatite B e febre amarela. Para o cidadão que ainda não se vacinou, ainda há tempo. Vá até um posto de saúde e fique imunizado contra esta doença que pode ser fatal. A vacina é de graça.

Foram mais de 360 doses aplicadas na Assembléia, sendo que a dupla adulta, contra o tétano e difteria, e a tríplice, somaram aproximadamente 275 doses. Além delas, foram aplicadas 34 doses de vacinas contra Hepatite B, para pessoas com até 19 anos, e 59 doses de vacinas contra febre amarela. A próxima etapa da vacinação está prevista para o início de 2008. 

Na última sexta-feira, 21, a Secretaria de Estado da Saúde anunciou medidas contra o problema. A primeira foi lançar uma campanha específica para imunizar quem se vacinou contra a febre amarela há mais de dez anos e as que nunca foram vacinadas. 

A medida está sendo adotada especialmente na zona rural dos 23 municípios goianos onde foram registrados óbitos em macacos, um hospedeiro do vírus: Abadia de Goiás, Aparecida de Goiânia, Bela Vista de Goiás, Castelândia, Divinópolis, Doverlândia, Faina, Fazenda Nova, Gameleira de Goiás, Goiânia, Cidade de Goiás, Heitoraí, Inhumas, Itapuranga, Jataí, Montes Claros, Novo Brasil, Palestina de Goiás, Paraúna, Piranhas, São Miguel do Passa Quatro, Silvânia e Vianópolis.

Histórico

Goiás está na região endêmica brasileira para febre amarela silvestre, pela manutenção do vírus amarílico entre os hospedeiros naturais. Em 1999 foram registrados 12 casos de febre amarela silvestre (FAS), com cinco mortes. Em 2000, foram 54 registros, com 24 mortes. Desde 2001, Goiás não confirmava nenhum caso de febre amarela em humanos.

O primeiro caso de febre amarela no Estado, depois de seis anos livre da doença, foi registrado no dia 18 de abril e o segundo quatro dias depois. Ambos ocorreram em Jataí - município sem histórico de febre amarela em anos anteriores - no Sudoeste do Estado.

O caso confirmado é de um homem de 23 anos, trabalhador na zona rural, procedente do Rio Grande do Sul, que residia há quatro anos no município e não era vacinado. O segundo, outro homem, de 55 anos, também não tem história vacinal. As duas vítimas morreram.
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