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Presidente avalia que convocação extraordinária seria "desconfortável"

27 de Dezembro de 2007 às 18:42

O presidente da Assembléia Legislativa, Jardel Sebba (PSDB), afirmou ontem em entrevista à Radio 730, de Goiânia, que não vê necessidade de convocação extraordinária do Legislativo pelo Governo do Estado durante o período de recesso parlamentar. “Eu me sentiria desconfortável em receber salários para votar uma matéria que poderia ter sido votada tranqüilamente durante o semestre legislativo”, diz.

Nos últimos dias, jornais da capital passaram a divulgar a possibilidade de uma convocação extraordinária pelo Executivo, para votar o decreto de prorrogação de intervenção estadual no município de Turvelândia. O decreto em vigor tem validade até a próxima segunda-feira, dia 31 de dezembro.

Em caso de convocação extraordinária, os deputados estaduais recebem dois salários extras – um no início, outro no fim dos trabalhos. “Estamos em um momento delicado para as finanças do Estado, cortando na carne para garantir o equilíbrio”, lembrou Jardel.

Turvelândia está sob intervenção estadual desde maio de 2006 e o prefeito nomeado é o coronel reformado da Polícia Militar, Divino Efigênio de Almeida. O decreto original previa intervenção até o final de dezembro daquele ano, mas ele foi prorrogado por mais doze meses.

De 2 a 4 de janeiro, os deputados deverão trabalhar em regime de auto-convocação para apreciar o Orçamento de 2008 e o Plano Plurianual. Eles não receberão gratificação pelo trabalho extra, mas durante o período não poderão ser votadas outras matérias.

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