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Turvelândia

03 de Janeiro de 2008 às 15:36
Vice-presidente da Câmara de Turvelândia critica na Assembléia a prorrogação da intervenção no município.

O vice-presidente da Câmara de Vereadores de Turvelândia, Eurípedes Pimenta Neves (PT), critica a decisão do governo estadual de prorrogar o prazo de intervenção no município por mais um ano e classifica o ato como “ditatorial”.

“Infelizmente, diz ele, o que está acontecendo é uma ditadura, talvez um fato inédito no país".
  Eurípedes Neves se encontra neste momento no plenário da Assembléia, com mais dois vereadores da cidade. O grupo veio acompanhar a votação do novo pedido de prorrogação da intervenção em Turvelândia.  

Segundo Eurípedes, a Câmara e a população local defendem o fim da intervenção. Ele conta que em abril de 2006 a Câmara entrou com mandado de segurança na Justiça pedindo a suspensão do ato do governo estadual.

De acordo com a Governadoria, o novo pedido se dá em razão de o prefeito afastado, Eduardo Mendonça (PMDB), e o seu antecessor, terem acumulado dívidas com a Previdência Social – entre janeiro de 2004 e abril de 2006 - de mais de R$ 4 milhões.

Quando determinou o primeiro ato da intervenção, em 2006, o governo estadual alegou que Eduardo Mendonça não teria aplicado na Saúde o mínimo de recursos previstos na Constituição Federal. “Queremos que a intervenção seja suspensa e que assuma ou o vice-prefeito ou o presidente da Câmara”, defende Eurípedes Neves.

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