Helio de Sousa comenta processo de construção da nova sede da Alego, reconhecendo contribuição de ex-presidentes
O deputado tucano Helio de Sousa inaugurou o Pequeno Expediente desta quinta-feira, 28, para prestar um testemunho, como ex-presidente da Alego e no seu sexto mandato como deputado estadual, do processo de construção do Palácio Maguito Vilela, nova sede da Alego. O decano comemorou a entrega das instalações à sociedade, realizada ontem, parabenizou o presidente Lissauer Vieira (PSD) pela conclusão da obra e lembrou que foi durante sua gestão como presidente, iniciada em 2014, que foi viabilizado o distrato contratual que possibilitou, através de nova licitação, a retomada da construção.
Helio de Sousa procurou corrigir um comentário do governador Ronaldo Caiado (UB) que, durante o evento de inauguração na manhã de ontem, afirmou que a obra ficou abandonada por muitos anos. “Ela não estava, sempre tivemos presidentes responsáveis. E que todos os cidadãos saibam que ela foi construída com recursos próprios, através do Fundo de Modernização da Assembleia Legislativa. O Tesouro Estadual não contribuiu para sua construção”, ressaltou.
O tucano explicou que, durante seu mandato, terminado em 2017, houve a fase mais difícil da história da obra, porque o projeto original não cabia mais aditivos. “Eu busquei, através da Procuradoria dessa Casa, uma orientação. Concluíram que não cabia mais aditivos e foi preciso fazer o distrato que ocorreu de forma amigável com a empresa CCB. Em momento algum criou obstáculo para romper vínculo, e foi possível que se iniciasse novo ciclo para construção da sede. Levaram meses para se cumprir aquilo que a legislação exigia”, elucidou, acrescentando que o impedimento não foi de origem econômica porque a Casa contava com R$ 20 milhões em caixa.
Em seguida, Helio de Sousa mencionou todos os presidentes que contribuíram para que a Casa de Leis tivesse sua sede própria. “Foi um sonho iniciado com Sebastião Tejota e Célio Silveira, presidentes que procederam à aquisição da área, depois com Samuel Almeida que fez o lançamento da pedra fundamental e naquele mesmo ano foi criado o fundo de modernização que passou a dar a sustentação econômica. Através de Jardel Sebba e Helder Valin tivemos o esqueleto da obra. E, na minha gestão, precisávamos da segurança jurídica que foi concluída com o presidente José Vitti e o novo processo licitatório complexo por se tratar de continuidade de obra”, arrematou o deputado, parabenizando, por último, o presidente Lissauer por ter garantido condições de concluí-la.