Da tribuna, deputado Major Araújo responde alegações feitas a seu respeito
Durante o Pequeno Expediente desta quinta-feira, 7, o deputado Major Araújo (PL) foi à tribuna para responder a declarações feitas sobre ele pelo colega de Parlamento Amauri Ribeiro (PL) momentos antes.
Em relação à o que foi dito sobre o senador por Goiás Wilder Morais (PL) na votação que rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), Araújo afirmou que não registrar voto no painel contaria como manifestação negativa, ao contrário do que foi defendido por Ribeiro.
Em sua fala, Amauri Ribeiro apontou suposta inconsistência de Araújo no que se refere a ele ter se aliado a políticos a quem, depois, virou opositor. “Rompi com o Marconi, rompi com o Caiado, mas nunca tive cargos com nenhum dos dois”, rebateu Major.
Como resposta aos questionamentos de Ribeiro sobre a ausência nas manifestações na frente de quartéis após as eleições de 2022, Araújo disse que foi uma orientação do então presidente Jair Bolsonaro (PL), que estaria preocupado com a “politização do movimento”.
Além disso, Major Araújo analisou a recente mudança de partido de Ribeiro, que era do União Brasil. Segundo o parlamentar, a atuação de Ribeiro seria inconsistente com o que se espera de um político de direita e membro da sigla. Para embasar a sua observação, ele disse que o colega teria indicações em cargos comissionados e ainda seguiria como “apoiador da base de Daniel Vilela (MDB)”, que deve concorrer com o candidato a governador do PL, Wilder Morais, nas eleições deste ano.
“Direita não é lugar para quem se vende, isso é coisa de centrão ou de esquerda. Principalmente, de centrão”, declarou.