Clécio Alves avalia gestão da saúde e da educação goianienses
O deputado Clécio Alves (PSDB) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) para um novo pronunciamento contra a gestão de Sandro Mabel (UB) à frente da Prefeitura de Goiânia. Para inaugurar o Pequeno Expediente desta tarde, 19, o parlamentar elencou promessas que não teriam sido cumpridas pelo político.
Clécio Alves questionou a promessa de que as unidades de saúde da capital contariam com pediatras 24 horas por dia, o que, conforme declarou, não foi cumprida.
O cenário atual do Instituto Municipal de Assistência à Saúde dos Servidores de Goiânia (Imas) também foi discutido. Alves lembrou declarações de Mabel, ainda em janeiro de 2024, de que resolveria os problemas do órgão em 30 dias.
“Todo mundo sabe que o Imas está lá e a única coisa que ele está fazendo, depois de quase dois anos, é dizer que vai terceirizá-lo ou fazer o trabalhador da Prefeitura, que trabalha e ganha pouco, aquele que paga R$ 60, passar a pagar R$ 800 [para a assistência à saúde]. Essa é a solução que ele vai dar para o Imas”, argumentou, por fim, o parlamentar.
Verbas públicas
Alves voltou a se pronunciar sobre temas da gestão municipal durante a Ordem do Dia. O foco foi a destinação de R$ 80 milhões, informou, em verbas públicas para propaganda, principalmente aplicadas na Comurg.
O recente anúncio da revitalização do Lago das Rosas também foi abordado por Clécio Alves. Para o deputado, ações como poda de árvores não condizem com o valor de R$ 2,8 milhões apresentado pela Prefeitura de Goiânia.
Em relação à educação, o deputado questionou o anúncio de dez mil novas vagas em creches municipais. “Recebo, todo dia, mães e pais de meninos que não têm vaga nas creches", afirmou Clécio Alves. Segundo o tucano, unidades dos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) também foram fechadas.
Para a pasta da saúde municipal, Clécio Alves considerou as verbas anunciadas por Sandro Mabel como insuficientes. De acordo com ele, são R$ 10 milhões para resolver problemas estruturais em 130 unidades de saúde.