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Crise no Ipasgo domina pequeno expediente

04 de Novembro de 2008 às 16:58
Situação e oposição discutem a crise no Ipasgo, tema que dominou o pequeno expediente desta terça-feira.

A crise financeira do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado de Goiás (Ipasgo) dominou os discursos dos deputados na sessão ordinária de hoje no plenário Getulino Artiaga. Entre outros, discutiram o assunto os deputados Mauro Rubem (PT), Misael Oliveira (PDT), Júlio da Retífica (PSDB), Daniel Goulart (PSDB) e o líder do governo na Casa, Evandro Magal (PSDB).

Para o deputado Mauro Rubem, a dívida anual de R$ 9 milhões mostra um erro no gerenciamento político do instituto. "E, no fundo, não é um instituto público - e, sim, particular, porque só conta com  contribuições dos segurados".

O líder do Governo, Evandro Magal, disse que o Executivo age corretamente para enfrentar a crise. "O instituto restringiu cirurgias, tratamentos, exames e outros procedimentos." Essa decisão, segundo o deputado, foi a mais correta. Para o também tucano Daniel Goulart, a crise só existe em função das boas intenções do Governo do Estado. "Os problemas apareceram a partir da mudança promovida em 2002, porque o instituto foi aberto a parentes de servidores públicos até quarto grau, o que foi bom para muitas famílias", diz ele.

O deputado Júlio da Retífica (PSDB) afirmou que em 1997, quando assumiu a prefeitura de Porangatu pela primeira vez, o Ipasgo era indesejado. "O tempo novo ressuscitou um instituto que estava quase falindo", diz. O peemedebista José Nelto discorda: para ele, a culpa da crise atual é do governo do Tempo Novo, que está há 10 anos no poder. Segundo Nelto, "ninguém mais engole" a história de que os problemas atuais são conseqüências de atos ocorridos há mais de uma década.

Para Daniel Goulart, o PMDB deveria ficar "calado", porque, quando administrou o Ipasgo, o instituto foi "quebrado e saqueado". "O PMDB não tem moral para falar desse assunto."

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