Enio Branco não participa de audiência sobre a Celg
Presidente da Celg, Enio Andrade Branco enviou ofício ao presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembléia, deputado Mauro Rubem (PT), pedindo desculpas por não poder comparecer à audiência pública marcada para hoje, no Auditório Solon Amaral.
O objetivo seria discutir as condições de trabalho dos empregados da empresa, no tocante à periculosidade, mas poderia ser ampliada para debater uma possível privatização, negada com veemência por Enio Branco. No ofício, Enio Branco alega compromissos inadiáveis já assumidos anteriormente, mas se coloca à disposição para comparecer à Assembléia Legislativa em outra oportunidade para debater o tema.
Outro convidado, o promotor de justiça Robertson Alves de Mesquita, também não compareceu e enviou carta a Mauro Rubem justificando sua ausência: “A par de cumprimentá-lo, acuso recebimento convite para participar da audiência para discutir as condições de trabalho de alta periculosidade dos servidores e prestadores de serviços da Celg Distribuidora. Entretanto, comunico minha impossibilidade de comparecer em razão de compromissos previamente agendados no mesmo dia e hora. Ressalto, no entanto, que o velamento da matéria é de competência do Ministério Público do Trabalho.