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Deputados querem votar Adequação Constitucional em 2009

09 de Dezembro de 2008 às 12:14

Os deputados tucanos Honor Cruvinel e Evandro Magal, além de José Nelto e Adriete Elias (todos do PMDB), e Betinha Tejota (PSB), defendem uma discussão mais profunda do Projeto de Emenda Constitucional (PEC) que adequa a Constituição estadual à Federal, e por isso querem deixar a matéria para ser votada somente no ano que vem. “Acredito que a Assembléia vai deixar essa discussão para o próximo ano”, ressaltou Honor Cruvinel, primeiro vice-presidente da Assembléia Legislativa.

Líder do Governo, Evandro Magal reconhece que vai ter uma responsabilidade muito grande com essa adequação da Constituição do Estado, especialmente com as emendas que tratam das questões da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e dos ex-servidores da extinga Caixego. “Pretendemos esgotar as dúvidas, tirar as dificuldades de entendimento de cada parlamentar, discutir com a sociedade para chegarmos a um denominador comum. De forma que poderá ser neste ano, ou poderá ser no ano que vem”, salientou o parlamentar.

Líder do PMDB na Casa, José Nelto manifestou a opinião de que nada apressado é bom para nenhum dos lados. “É preciso que haja maturação. Não podemos forçar e ter uma ruptura nessa adequação da Constituição. Por isso, temos que promover uma profunda discussão, principalmente das questões polêmicas, primeiro no Parlamento, e depois com a sociedade”, frisou.

Líder do PSB, Betinha Tejota acredita que, se for para aprovar emendas que depois virão a ser questionadas pela sociedade, fazendo com que a Assembléia Legislativa venha rever seus atos, é preferível discutir melhor a matéria. Com isso, entende que é melhor deixar a discussão para o ano que vem, até por uma questão de tempo. “Acredito que, se não for para fazer uma coisa bem feita, que depois  precisará ser revista, questionada pela sociedade, vale a pena deixar para o ano que vem.  Discutir, aprofundar, aparar todas as arestas e fazer a coisa bem feita, se faz necessário”, arrematou.

Adriete Elias também entende que a matéria pode ficar para 2009. "Acho que não tem como discutirmos agora. Há o problema da UEG, da Caixego e tantos outros; temos que votar a reforma tributária. Então, com certeza, precisamos de um prazo maior para debater essas emendas. Por isso, defendo que utilizemos  o ano que vem para fazer essa adequação constitucional”, colocou.

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