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Oposição

17 de Dezembro de 2008 às 09:04
Bancada do PMDB promete esmiuçar o pacote tributário do Governo. Foco é acordo entre Celg e BNDES.

A bancada do PMDB pretende fazer uma verdadeira varredura no pacote tributário do Governo, encaminhado ontem à Assembléia Legislativa. “Vamos analisar todos os projetos, queremos esgotar o tempo regimental, pedir vistas e, se necessário, ir até janeiro de 2009 na defesa dos interesses dos servidores, dos trabalhadores, da sociedade, do empresariado e do Estado de Goiás”, diz o líder da bancada, deputado José Nelto.

Ele confirma reunião às 18h30 horas desta quarta-feira, com o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga, na Sefaz. Além dele, também participar do encontro os deputados Adriete Elias e Miguel Ângelo, ambos do PMDB. 
“O objetivo é entender cada proposta, o que está por trás dos incentivos fiscais, pois ninguém é dono da verdade, o Governo não é um sabe-tudo. Podemos até votar de acordo com o projeto do Executivo, mas queremos obter as informações com responsabilidade”, justifica.

Sobre o pedido de garantia do Governo para a operação de R$ 1,2 bilhão do BNDES para a Celg, o deputado do PMDB esclarece que já acertou com o líder do Governo, Evandro Magal (PSDB), um convite ao presidente da Celg, Enio Branco, para explicar os detalhes da negociação. “Somos contra a privatização da Celg e queremos saber a verdade sobre a situação da empresa”, acrescenta.

Questionado se o PMDB poderia aprovar o pacote tributário por causa da boa relação do partido com o governador Alcides Rodrigues (PP), José Nelto ponderou: “Nossa relação é administrativa, pode ser transformada em política, mas só vamos votar de acordo com os interesses maiores do Estado. Todas as matérias serão analisadas, podemos apresentar emendas, mas sempre tendo o diálogo como prioridade.”

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