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Magal prevê aprovação tranqüila do pacote do Governo

17 de Dezembro de 2008 às 15:23
Tão logo foi dado início às sessões extras convocadas pelo Executivo, o deputado Evandro Magal (PSDB) afirmou que todas as matérias constantes da convocação serão aprovadas rapidamente. Justifica que todas elas foram devidamente discutidas com os interessados, com aval de técnicos e especialistas.
Líder do Governo na Assembléia Legislativa, o deputado Evandro Magal (PSDB) prevê que todas as matérias constantes da pauta da convocação extraordinária serão aprovadas rapidamente. Justifica que todas elas já foram devidamente discutidas com os segmentos interessados, com o aval de técnicos e especialistas em economia, por isso a expectativa é de que sejam aprovadas de maneira tranqüila.

Evandro Magal admitiu que os deputados vão ganhar um salário pela convocação, mas que as matérias que serão aprovadas garantirão a estabilidade financeira do Estado, bem como a possibilidade de novos investimentos que irão permitir não apenas a estabilidade do trabalhador goiano, mas, também, gerar novos empregos e renda. O deputado confirmou também a autoconvocação da Assembléia para votar o Orçamento do Estado para o exercício financeiro de 2009.

Além do pacote de 13 matérias, que começou a ser apreciado na Comissão Mista, o Líder do Governo admitiu que o governador Alcides Rodrigues (PP) enviará mais projetos para serem apreciados e votados durante o período de convocação, que ainda não tem data definida para ser concluído.  Em 5 de janeiro, segunda-feira, a apartir das 20 horas, serão retomadas as sessões extras. Evandro Magal não quis adiantar o teor das matérias aguardadas, limitando-se a dizer que vão abordar diferentes áreas.

No entendimento do parlamentar, uma das principais matérias a serem votadas é a que trata dos interesses da Celg e que está sendo votada neste momento na Comissão Mista - Mensagem 92/08, autorizando a concessão de garantia de R$ 1,203 bilhão para a obtenção de financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), pela empresa Companhia Celg de Participações (Celgpar). Frisa que os recursos serão usados na quitação de dívidas da Celg, o que dará condições à aplicação do reajuste da tarifa de energia para consumidores residenciais (11,04%), comerciais e industriais (8,92%).  



 

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