Empréstimo
O presidente da Celg, Enio Branco, que participa neste momento de um debate no auditório Solon Amaral, na Assembléia Legislativa, acredita que não haverá polêmica em torno do projeto da Governadoria, que autoriza a concessão de garantia para a obtenção de financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a estatal.
Segundo Enio Branco, os recursos financeiros contratados, que somam cerca de R$ 1,2 bilhão, destinam-se à liquidação de dívidas intra-setoriais da subsidiária integral CELG Distribuição S.A. (Celg D), principalmente junto à Eletrobrás.
Ele garante que a medida tornará a Celgpar adimplente, viabilizando assim o imediato repasse de créditos da Celg D junto à própria Eletrobrás, relativos a receitas de subvenção a consumidores de baixa renda e ao saldo dos programas Luz para Todos e Baixa Renda, no montante aproximado de R$ 120 milhões.
Confirmado o pagamento da dívida, o presidente da Celg explicou que a empresa será autoriza, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a aplicar reajuste nas tarifas: de 10,64% (residencial) e 8,62% (comercial e industrial). “Não reajustamos nossas tarifas desde 2006”, informou Enio Branco.