Projeto do Ipasgo acaba com benefícios a agregados, diz presidente
Presidente do Ipasgo, Geraldo Lemos diz que, se aprovado o projeto do Ipasgo, o servidor público poderá colocar como dependentes parentes de até terceiro grau - e não mais de quarto grau. E pessoas que não têm grau de parentesco com o servidor público (os chamados "agregados") não poderão mais entrar no plano, como ocorria até agora. No entanto, os direitos adquiridos de quem já entrou estão mantidos. "A lei não pode retroagir para prejudicar ninguém", afirma.
Geraldo também diz que o déficit mensal do instituto flutua entre R$ 3 e 4 milhões por mês.