Movimento Cidadania e Paz, de integração e articulação da comunidade escolar
* Iso Moreira é deputado estadual pelo PSDB
Paz se aprende na escola. Em Goiás, a cultura da paz é levada aos alunos da rede estadual de ensino em Goiânia e no interior, através do projeto Movimento Cidadania e Paz, de integração e articulação da comunidade escolar.
Todos os 1.214 estabelecimentos públicos de ensino que compõem as 38 regionais de educação recebem durante o ano letivo, desde 2006, visitas da Bandeira da Paz. Nos dias em que a Bandeira da Paz permanece na escola são discutidas questões de cidadania e a cultura da paz, de respeito aos patrimônios da escola: as pessoas, como alunos, professores, servidores; e o prédio, o espaço físico da escola. Quero cumprimentar a secretária Milca Severino pela iniciativa desse projeto que resgata a cidadania e reforma o espírito cívico na comunidade escolar.
Nos dois ou três dias em que a bandeira está na unidade, a paz é difundida de forma interdisciplinar por todos os professores. O projeto Movimento Cidadania e Paz, chamado de Bandeira da Paz, integra os programas especiais da Secretaria da Educação, e não cuida da violência como uma questão pontual. A atividade é sistemática, passa por todas as escolas todos os anos, fazendo parte das discussões escolares e também em peças de teatro e apresentações musicais.
Para o coordenador dos Programas Especiais da Secretaria da Educação, Jaime Ricardo Ferreira, a avaliação do projeto é bastante positiva porque esse tipo de ação não é episódica na busca da construção da paz e também é coletiva. Ele esclarece ainda que, durante o período em que a bandeira está presente em uma escola, os alunos, professores, servidores e a comunidade vivenciam atitudes de paz e respeito entre os seres humanos.
O coordenador pedagógico Charles Gomes Rocha, do Colégio Estadual Residencial Village Garavelo, em Aparecida de Goiânia, afirma que receber a Bandeira da Paz foi uma verdadeira festa na escola. Os 700 alunos, de seis a 18 anos, participaram de um grande desfile vestidos de branco, quando exibiram faixa com o tema A paz abraça a escola.
Para Charles, a partir da visita da Bandeira da Paz os estudantes começaram a analisar a questão da violência dentro da própria escola e na comunidade onde vivem. Com isso, eles decidiram montar um grupo de estudo sobre a violência que não é apenas a física, abrange também o abandono e a fome.
Stefany Santana Pereira, de 8 anos, aluna do 5º ano, ficou animada com o projeto que levou várias atividades para a escola. Para ela, “paz é ter sempre uma certa amizade com as pessoas e não ter inimigos”. Para Dafne Yarlla, de 13 anos, aluna do 8º ano, a Bandeira da Paz modificou a escola: “Todos juntos por uma causa”, o que aproximou uns dos outros. E concluiu “paz é importante, precisamos dela pra viver na sociedade”.
Como encerramento das atividades deste ano do projeto Bandeira da Paz, a Secretaria da Educação organizou uma grande festa em Luziânia. Foram programadas ações para vivenciar atitudes que valorizam a paz, o respeito aos seres humanos e a melhoria das relações interpessoais dentro das escolas e na sociedade.
Paz se aprende na escola. Em Goiás, a cultura da paz é levada aos alunos da rede estadual de ensino em Goiânia e no interior, através do projeto Movimento Cidadania e Paz, de integração e articulação da comunidade escolar.
Todos os 1.214 estabelecimentos públicos de ensino que compõem as 38 regionais de educação recebem durante o ano letivo, desde 2006, visitas da Bandeira da Paz. Nos dias em que a Bandeira da Paz permanece na escola são discutidas questões de cidadania e a cultura da paz, de respeito aos patrimônios da escola: as pessoas, como alunos, professores, servidores; e o prédio, o espaço físico da escola. Quero cumprimentar a secretária Milca Severino pela iniciativa desse projeto que resgata a cidadania e reforma o espírito cívico na comunidade escolar.
Nos dois ou três dias em que a bandeira está na unidade, a paz é difundida de forma interdisciplinar por todos os professores. O projeto Movimento Cidadania e Paz, chamado de Bandeira da Paz, integra os programas especiais da Secretaria da Educação, e não cuida da violência como uma questão pontual. A atividade é sistemática, passa por todas as escolas todos os anos, fazendo parte das discussões escolares e também em peças de teatro e apresentações musicais.
Para o coordenador dos Programas Especiais da Secretaria da Educação, Jaime Ricardo Ferreira, a avaliação do projeto é bastante positiva porque esse tipo de ação não é episódica na busca da construção da paz e também é coletiva. Ele esclarece ainda que, durante o período em que a bandeira está presente em uma escola, os alunos, professores, servidores e a comunidade vivenciam atitudes de paz e respeito entre os seres humanos.
O coordenador pedagógico Charles Gomes Rocha, do Colégio Estadual Residencial Village Garavelo, em Aparecida de Goiânia, afirma que receber a Bandeira da Paz foi uma verdadeira festa na escola. Os 700 alunos, de seis a 18 anos, participaram de um grande desfile vestidos de branco, quando exibiram faixa com o tema A paz abraça a escola.
Para Charles, a partir da visita da Bandeira da Paz os estudantes começaram a analisar a questão da violência dentro da própria escola e na comunidade onde vivem. Com isso, eles decidiram montar um grupo de estudo sobre a violência que não é apenas a física, abrange também o abandono e a fome.
Stefany Santana Pereira, de 8 anos, aluna do 5º ano, ficou animada com o projeto que levou várias atividades para a escola. Para ela, “paz é ter sempre uma certa amizade com as pessoas e não ter inimigos”. Para Dafne Yarlla, de 13 anos, aluna do 8º ano, a Bandeira da Paz modificou a escola: “Todos juntos por uma causa”, o que aproximou uns dos outros. E concluiu “paz é importante, precisamos dela pra viver na sociedade”.
Como encerramento das atividades deste ano do projeto Bandeira da Paz, a Secretaria da Educação organizou uma grande festa em Luziânia. Foram programadas ações para vivenciar atitudes que valorizam a paz, o respeito aos seres humanos e a melhoria das relações interpessoais dentro das escolas e na sociedade.