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Deputado avalia que venda de ações da Celg é a melhor alternativa

16 de Fevereiro de 2009 às 09:47

Primeiro vice-presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Honor Cruvinel (PSDB) avaliou a decisão do Governo do Estado de vender ações da Celg. A medida foi anunciada pelo presidente da empresa, Ênio Branco, depois que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) descartou a possibilidade de empréstimo de R$ 1,2 bilhão para o saneamento de dívidas da instituição. 

As dívidas da Celg impedem que a empresa receba recursos do Governo Federal, referentes aos programas Luz Para Todos e Baixa Renda, e reajuste a tarifa dos serviços de fornecimento de energia. A venda de 41% das ações da empresa ao BNDES, à Eletrobrás e a uma terceira empresa ainda não definida foi alternativa definida pelo Governador para o pagamento das dívidas da empresa.

“A venda das ações não era o desfecho ideal esperado pelo Governo do Estado para solucionar a questão, mas se tornou a melhor alternativa possível diante da recusa do BNDES em fazer um empréstimo. Cumprimento a todos do Governo que participaram das negociações”, afirmou Honor Cruvinel. 

O parlamentar também avaliou o possível reajuste de 10,64% na tarifa de energia elétrica, que deve acontecer após a quitação das contas da instituição. “Do ponto de vista da população, o ideal seria que não houvesse o reajuste. Contudo, se a Celg necessita dele para manter o equilíbrio de suas contas, acredito que ele deva acontecer”, avaliou.

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