PMDB cavou o buraco em que a Celg está enterrada hoje
* Wellington Valim é deputado estadual e líder do PTdoB na Assembleia Legislativa
Se a Celg chegou à situação de ter dívida de mais de R$ 1 bilhão hoje não foi por culpa do governador Alcides Rodrigues, que faz gestão íntegra, austera e honesta. Nem tampouco é resultado da administração do ex-governador Marconi Perillo, que durante oito anos de gestão fez de Goiás um Estado próspero e rico. Enio Branco, presidente da Celg, também não pode ser culpado. Ele faz de tudo para que a empresa volte a ser referência no País.
A situação da Celg começou a degringolar ainda em 1983, quando o PMDB estava no poder. Empréstimo feito pelo governo do Estado junto ao Banco Francês para expansão de Cachoeira Dourada iniciou a dívida da estatal. Dívida esta que nunca foi devidamente paga. Durante 16 anos, os peemedebistas empurraram para debaixo do tapete e para o bolso do contribuinte os juros estratosféricos.
Na venda da Usina de Cachoeira Dourada, em setembro de 1997, também feita pelo PMDB, o Estado praticamente não viu a cor do dinheiro, mas a Celg viu sua dívida aumentar, pois todo o passivo da usina foi repassado para a estatal. Cachoeira Dourada foi negociada a preço de banana e sem dívida alguma.
Cachoeira Dourada foi vendida por R$ 1 bilhão na época. O dinheiro desapareceu dos cofres públicos em um ano. Virou fumaça. Ou melhor, se transformou em brim (tecido), diárias para servidores, cestas básicas, construção de ginásios em escolas que não tinham sequer uma biblioteca, gás de cozinha e outros devaneios do PMDB.
Quando Marconi assumiu o governo, em 1999, pegou uma estatal cambaleante, mas fez de tudo para que ela se reerguesse. Por isso, a Celg ainda viveu dias de pujança e competitividade nas mãos do tempo novo. Porém, a sangria imposta pelo PMDB ao longo de 16 anos não teve como ser contida e hoje Alcides Rodrigues sofre para estancá-la.
O empréstimo de R$ 1,2 bilhão junto ao governo federal dará novo fôlego à estatal. Fará com que o presidente Enio Branco possa trabalhar com um pouco mais de tranquilidade. Enio Branco, apesar do pouco tempo em que nos conhecemos, é pessoa das mais corretas e tenho certeza de que não descansará enquanto não resolver a situação da Celg.
O trabalho que a oposição faz de achincalhar a operação de socorro à empresa só atrapalha. Enquanto o governador Alcides, o presidente Enio Branco e o secretário de Fazenda, Jorcelino Braga, unem esforços para salvar a Celg, símbolo de Goiás, a oposição do PMDB atira pedras, como se o partido deles não fosse responsável por levar a estatal para o buraco.
Sei que, apesar destas “interferências externas”, a Celg conseguirá sair do buraco. O empréstimo com o BNDES vai sair em breve e a empresa voltará ao trilho de desenvolvimento.
Goiás precisa de uma Celg forte, que leve a eletrificação rural a todas as propriedades rurais, que coloque energia elétrica em todos os municípios e que dê o primeiro passo rumo ao futuro, com a implantação da nova Celg Telecom, oferecendo, através de um cabo da rede de energia elétrica, serviços de internet e telefonia. Este é o futuro.
Se a Celg chegou à situação de ter dívida de mais de R$ 1 bilhão hoje não foi por culpa do governador Alcides Rodrigues, que faz gestão íntegra, austera e honesta. Nem tampouco é resultado da administração do ex-governador Marconi Perillo, que durante oito anos de gestão fez de Goiás um Estado próspero e rico. Enio Branco, presidente da Celg, também não pode ser culpado. Ele faz de tudo para que a empresa volte a ser referência no País.
A situação da Celg começou a degringolar ainda em 1983, quando o PMDB estava no poder. Empréstimo feito pelo governo do Estado junto ao Banco Francês para expansão de Cachoeira Dourada iniciou a dívida da estatal. Dívida esta que nunca foi devidamente paga. Durante 16 anos, os peemedebistas empurraram para debaixo do tapete e para o bolso do contribuinte os juros estratosféricos.
Na venda da Usina de Cachoeira Dourada, em setembro de 1997, também feita pelo PMDB, o Estado praticamente não viu a cor do dinheiro, mas a Celg viu sua dívida aumentar, pois todo o passivo da usina foi repassado para a estatal. Cachoeira Dourada foi negociada a preço de banana e sem dívida alguma.
Cachoeira Dourada foi vendida por R$ 1 bilhão na época. O dinheiro desapareceu dos cofres públicos em um ano. Virou fumaça. Ou melhor, se transformou em brim (tecido), diárias para servidores, cestas básicas, construção de ginásios em escolas que não tinham sequer uma biblioteca, gás de cozinha e outros devaneios do PMDB.
Quando Marconi assumiu o governo, em 1999, pegou uma estatal cambaleante, mas fez de tudo para que ela se reerguesse. Por isso, a Celg ainda viveu dias de pujança e competitividade nas mãos do tempo novo. Porém, a sangria imposta pelo PMDB ao longo de 16 anos não teve como ser contida e hoje Alcides Rodrigues sofre para estancá-la.
O empréstimo de R$ 1,2 bilhão junto ao governo federal dará novo fôlego à estatal. Fará com que o presidente Enio Branco possa trabalhar com um pouco mais de tranquilidade. Enio Branco, apesar do pouco tempo em que nos conhecemos, é pessoa das mais corretas e tenho certeza de que não descansará enquanto não resolver a situação da Celg.
O trabalho que a oposição faz de achincalhar a operação de socorro à empresa só atrapalha. Enquanto o governador Alcides, o presidente Enio Branco e o secretário de Fazenda, Jorcelino Braga, unem esforços para salvar a Celg, símbolo de Goiás, a oposição do PMDB atira pedras, como se o partido deles não fosse responsável por levar a estatal para o buraco.
Sei que, apesar destas “interferências externas”, a Celg conseguirá sair do buraco. O empréstimo com o BNDES vai sair em breve e a empresa voltará ao trilho de desenvolvimento.
Goiás precisa de uma Celg forte, que leve a eletrificação rural a todas as propriedades rurais, que coloque energia elétrica em todos os municípios e que dê o primeiro passo rumo ao futuro, com a implantação da nova Celg Telecom, oferecendo, através de um cabo da rede de energia elétrica, serviços de internet e telefonia. Este é o futuro.