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Presídio de segurança máxima em Aparecida de Goiânia é criticado

13 de Março de 2009 às 10:03

Dado como certa pela superintendência do Sistema de Execução Penal (Susepe), a construção do anexo de segurança máxima no complexo prisional de Aparecida de Goiânia, com investimento em torno de R$ 6,8 milhões, retoma discussões sobre os benefícios e desvantagens para a cidade de Aparecida de Goiânia, que concentra o sistema penitenciário da região metropolitana.

O deputado Marlúcio Pereira (PTB) se diz preocupado com o fato de Aparecida de Goiânia ganhar um novo presídio de segurança máxima. "Isso só leva para o povo de Aparecida mais perigo, mais insegurança, mais problemas sociais", reclamou.

Analisada como uma evolução para a Segurança Pública do Estado, a obra que será acoplada à Penitenciária Coronel Odenir Guimarães (POG), abrirá 300 novas vagas no regime fechado masculino, número ainda insuficiente para atender a demanda, que ainda assim apresentaria um déficit de aproximadamente 500 presos.

"A violência é expressiva no nosso Estado. E é um erro fazer com que Aparecida suporte, isoladamente, esse ônus", disse. "Nós não aceitaremos", alertou. "Por que esse presídio não vai para Goiânia, Senador Canedo ou outro lugar?", questionou o deputado.

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