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Polícia Civil

25 de Março de 2009 às 12:25
Coronel Queiroz acredita no diálogo para fim de greve, e que crise mundial dificulta atendimento às reivindicações.

O deputado estadual Coronel Queiroz (PTB), acredita no diálogo entre as partes para se chegar a um acordo que não sacrifique a sociedade e nem deixe de lado os direitos dos trabalhadores da Polícia Civil do Estado de Goiás.

Este diálogo já pôde ser sentido nesta terça-feira,24, quando o secretário estadual de segurança pública, Ernesto Roller, reunido com o grupo de negociação dos policiais colocou que a greve não veio em boa hora, tendo em vista a crise econômica que não deixou de atingir o Estado de Goiás.

“A falta de diálogo é que leva ao radicalismo”, comenta o deputado explicando que a ausência de um debate mais aprofundado, até mesmo com a exposição para a sociedade - onde uma parte possa expor suas dificuldades de maneira aberta, e a outra possa apresentar seus anseios - é que leva esse tipo de situação à sua última instância, que neste caso é a paralisação dos serviços.

“Não é uma questão de méritos entre certo e errado e sim de melhorar o diálogo”, ressalta Coronel Queiroz.
 Em curso, a greve dos policiais civis do Estado de Goiás é considerada ilegal pelo Tribunal de Justiça do Estado (TJ), que concedeu liminar sobre o assunto na última semana.

Segundo a imprensa, o presidente da União Goiana dos Policiais Civis (Ugopoci) que coordena o movimento, diz que ainda não foram notificados, mas que caso o sejam, se reunirão em assembleia para tratar do assunto e não descarta a possibilidade de manter a greve, mesmo sob pena de multa diária.

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