Coronel Queiroz diz que falta de informações estimula greve
O deputado Coronel Queiroz (PTB) disse que o Governo estadual precisa dar uma resposta aos servidores públicos estaduais sobre o reajuste anual. De acordo com o parlamentar, a falta de informações oficiais cria expectativa que tende a frustar os funcionários.
Coronel Queiroz havia alertado em artigo publicado no Diário da Manhã que a demora para a manifestação de uma posição oficial do Governo sobre a data-base dos servidores públicos, em especial os da Segurança Pública, provoca insegurança. O efeito mais notório da situação, de acordo com o parlamentar, é a possibilidade de greves, como a que ocorreu na Polícia Civil.
"Verificando a situação das Polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros, vejo que não há correção ou reajuste salarial há dois anos. Isso é uma garantia constitucional. Um dos espíritos que norteam o subsidio é o corte dos penduricalhos e aumento dos rendimentos. O crescimento vegetativo da folha para de ocorrer. Já há 9,65% de correção salarial, até fevereiro, a serem feitos", afirmou.
Coronel Queiroz disse que o Governo, caso não possa fazer o pagamento, precisa se manifestar publicamente. De acordo com o parlamentar, a situação cria expectativa e pode provocar movimentos de paralisação.
“A falta de diálogo é que leva ao radicalismo”, comenta o deputado explicando que a ausência de um debate mais aprofundado, até mesmo com a exposição para a sociedade - onde uma parte possa expor suas dificuldades de maneira aberta, e a outra possa apresentar seus anseios - é que leva esse tipo de situação à sua última instância, que neste caso é a paralisação dos serviços. “Não é uma questão de méritos entre certo e errado e, sim, de melhorar o diálogo”, ressalta Coronel Queiroz.
Coronel Queiroz havia alertado em artigo publicado no Diário da Manhã que a demora para a manifestação de uma posição oficial do Governo sobre a data-base dos servidores públicos, em especial os da Segurança Pública, provoca insegurança. O efeito mais notório da situação, de acordo com o parlamentar, é a possibilidade de greves, como a que ocorreu na Polícia Civil.
"Verificando a situação das Polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros, vejo que não há correção ou reajuste salarial há dois anos. Isso é uma garantia constitucional. Um dos espíritos que norteam o subsidio é o corte dos penduricalhos e aumento dos rendimentos. O crescimento vegetativo da folha para de ocorrer. Já há 9,65% de correção salarial, até fevereiro, a serem feitos", afirmou.
Coronel Queiroz disse que o Governo, caso não possa fazer o pagamento, precisa se manifestar publicamente. De acordo com o parlamentar, a situação cria expectativa e pode provocar movimentos de paralisação.
“A falta de diálogo é que leva ao radicalismo”, comenta o deputado explicando que a ausência de um debate mais aprofundado, até mesmo com a exposição para a sociedade - onde uma parte possa expor suas dificuldades de maneira aberta, e a outra possa apresentar seus anseios - é que leva esse tipo de situação à sua última instância, que neste caso é a paralisação dos serviços. “Não é uma questão de méritos entre certo e errado e, sim, de melhorar o diálogo”, ressalta Coronel Queiroz.