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Frei Valdair promove em Anápolis audiência sobre segurança nas escolas

15 de Abril de 2009 às 13:27

Presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa nos últimos dois anos, o deputado Frei Valdair (PTB) promoverá nesta quinta-feira, 16, audiência pública em Anápolis para discutir medidas para aumentar a segurança nas escolas públicas do Estado. O encontro será realizado na Câmara Municipal de Anápolis, a partir das 9 horas.

No dia 12 de março, Frei Valdair promoveu audiência pública na Assembleia Legislativa, em Goiânia, para discutir o problema. Representantes do Ministério Público, das secretarias estadual e municipal de Educação, Secretaria estadual de Segurança Pública, Guarda Municipal de Goiânia, professores e diretores das escolas da Capital compareceram no encontro.

Para a audiência em Anápolis, foram convidados a subsecretária regional da Educação, Elisa da Costa Duarte Borges; a secretária municipal de Educação de Anápolis, Virginia Maria Pereira de Melo; o prefeito do município, Antônio Roberto Gomide; representante do Juizado da Infância e do Adolescente, Luiz Carlos Limongi; o promotor Marcelo Henrique dos Santos; os conselheiros tutelares do município; representantes da Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Mirim, além de todos os diretores das unidades escolares estaduais e municipais na cidade.
 

“Diante da complexidade que envolve a violência nas escolas e a dimensão que o problema atingiu em todo o Estado, vou promover esta audiência pública, a fim de ampliar a discussão com todos os segmentos envolvidos com a questão e tirar possíveis soluções para impedir a explosão da violência nos estabelecimentos de ensino públicos”, ressaltou o deputado.  

Projeto

Frei Valdair apresentou um projeto na Assembleia Legislativa, que previa a adoção de medidas preventivas e cautelares em favor de educadores e alunos da rede de ensino fundamental e médio no Estado. Dentre as medidas, constavam a implantação de detectores de metais nas escolas e determinava o afastamento cautelar e a transferência do educador ou aluno para outra unidade enquanto perdurar a potencial ameaça. Além disso, o Estado seria responsável por prestar assistência às vítimas e infratores. Contudo, o projeto foi rejeitado na Assembleia.

Segundo o deputado, o momento é oportuno para cobrar uma postura mais eficiente das autoridades, a fim de resolver esse problema, cujos registros oficiais apontam uma situação alarmante e insustentável. “Está na hora das autoridades tomarem uma atitude firme para minimizar a violência nas escolas”, ressaltou.

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