Apesar da crise, a economia de Goiás avança e amplia empreendimentos
* Iso Moreira, PSDB, deputado estadual
Pesquisa de intenção de investimentos feita pela Secretaria do Planejamento revela que, do total de investimentos previstos para Goiás, o maior volume, que equivale a 62,58%, será aplicado no segmento de açúcar e álcool, com R$ 19,03 bilhões. Também serão beneficiadas as atividades de mineração e beneficiamento, indústria de alimentos e transporte e logística.
Segundo pesquisadores da Seplan, a crise financeira mundial levou muitas empresas a rever ou a suspender investimentos já programados, principalmente aquelas que têm as exportações como principal foco. Já as companhias voltadas para o mercado interno estão otimistas e mantendo seus projetos de instalação ou ampliação de empreendimentos no Estado.
Goiás terá investimentos de R$ 30,42 bilhões até 2012, de acordo com pesquisa realizada pela Seplan. São 831 projetos nos setores industrial e de prestação de serviços, que devem gerar 110,9 mil novos empregos diretos.
Pesquisa de intenção de investimentos realizada pela Superintendência de Estatística, Pesquisa e Informação (Sepin) da Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento (Seplan) apurou que serão aplicados em Goiás até o ano de 2012 recursos da ordem de R$ 30,42 bilhões. Ao todo estão previstos 831 projetos nos setores industrial e de prestação de serviços, que devem gerar 110,9 mil novos postos de trabalho.
Conforme a pesquisa, do total de investimentos previstos o maior porcentual (62,58%) será aplicado no segmento de açúcar e álcool, com valor de R$ 19,03 bilhões. Em seguida vem as atividades de mineração e beneficiamento (R$ 4,13 bilhões), indústria de alimentos e bebidas (R$ 1,85 bilhão) e transporte e logística (R$ 1,74 bilhão). Juntas, essas quatro atividades representam 87,98% das intenções de investimentos e 31,53% dos projetos anunciados.
Ainda de acordo com os pesquisadores, devido à crise financeira mundial vários setores da economia brasileira sofreram com a contração do crédito e a queda das exportações. Levando as empresas a rever ou suspender investimentos já programados. Outros setores, que têm como foco principal a demanda interna, sofreram menos com as turbulências financeiras e continuam otimistas, mantendo ou apresentando novos projetos de instalação e ampliação de empreendimentos.
No caso do segmento de açúcar e álcool, estão previstos investimentos de R$ 19,03 bilhões, total muito próximo do apurado na pesquisa anterior (R$ 18,8 bilhões). O setor sucroalcooleiro foi afetado pela crise, o que explica o reduzido anúncio de novos investimentos nos últimos seis meses.
Já o setor de mineração, embora tenha sido afetado pela queda na demanda mundial por commodities minerais, conta com empresas que estão mantendo os investimentos previstos para o Estado. Uma delas é a multinacional Anglo American, que aplicará R$ 2 bilhões no projeto de exploração de níquel em Barro Alto.
No ramo de alimentos e bebidas, recentemente o grupo francês Bonduelle anunciou investimentos de R$ 120 milhões na construção de uma fábrica de enlatados em Cristalina, que vai gerar 500 empregos diretos. Outro segmento de destaque é o de transporte e logística.
Segundo a Valec, serão investidos cerca de R$ 1,4 bilhão na construção da Ferrovia Norte-Sul em território goiano. Também chamou a atenção o anúncio da construção de um shopping center no município de Mineiros, no sudoeste goiano. O empreendimento exigirá investimentos de R$ 27 milhões provenientes de um grupo de empresários italianos e de futuros lojistas.
Pesquisa de intenção de investimentos feita pela Secretaria do Planejamento revela que, do total de investimentos previstos para Goiás, o maior volume, que equivale a 62,58%, será aplicado no segmento de açúcar e álcool, com R$ 19,03 bilhões. Também serão beneficiadas as atividades de mineração e beneficiamento, indústria de alimentos e transporte e logística.
Segundo pesquisadores da Seplan, a crise financeira mundial levou muitas empresas a rever ou a suspender investimentos já programados, principalmente aquelas que têm as exportações como principal foco. Já as companhias voltadas para o mercado interno estão otimistas e mantendo seus projetos de instalação ou ampliação de empreendimentos no Estado.
Goiás terá investimentos de R$ 30,42 bilhões até 2012, de acordo com pesquisa realizada pela Seplan. São 831 projetos nos setores industrial e de prestação de serviços, que devem gerar 110,9 mil novos empregos diretos.
Pesquisa de intenção de investimentos realizada pela Superintendência de Estatística, Pesquisa e Informação (Sepin) da Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento (Seplan) apurou que serão aplicados em Goiás até o ano de 2012 recursos da ordem de R$ 30,42 bilhões. Ao todo estão previstos 831 projetos nos setores industrial e de prestação de serviços, que devem gerar 110,9 mil novos postos de trabalho.
Conforme a pesquisa, do total de investimentos previstos o maior porcentual (62,58%) será aplicado no segmento de açúcar e álcool, com valor de R$ 19,03 bilhões. Em seguida vem as atividades de mineração e beneficiamento (R$ 4,13 bilhões), indústria de alimentos e bebidas (R$ 1,85 bilhão) e transporte e logística (R$ 1,74 bilhão). Juntas, essas quatro atividades representam 87,98% das intenções de investimentos e 31,53% dos projetos anunciados.
Ainda de acordo com os pesquisadores, devido à crise financeira mundial vários setores da economia brasileira sofreram com a contração do crédito e a queda das exportações. Levando as empresas a rever ou suspender investimentos já programados. Outros setores, que têm como foco principal a demanda interna, sofreram menos com as turbulências financeiras e continuam otimistas, mantendo ou apresentando novos projetos de instalação e ampliação de empreendimentos.
No caso do segmento de açúcar e álcool, estão previstos investimentos de R$ 19,03 bilhões, total muito próximo do apurado na pesquisa anterior (R$ 18,8 bilhões). O setor sucroalcooleiro foi afetado pela crise, o que explica o reduzido anúncio de novos investimentos nos últimos seis meses.
Já o setor de mineração, embora tenha sido afetado pela queda na demanda mundial por commodities minerais, conta com empresas que estão mantendo os investimentos previstos para o Estado. Uma delas é a multinacional Anglo American, que aplicará R$ 2 bilhões no projeto de exploração de níquel em Barro Alto.
No ramo de alimentos e bebidas, recentemente o grupo francês Bonduelle anunciou investimentos de R$ 120 milhões na construção de uma fábrica de enlatados em Cristalina, que vai gerar 500 empregos diretos. Outro segmento de destaque é o de transporte e logística.
Segundo a Valec, serão investidos cerca de R$ 1,4 bilhão na construção da Ferrovia Norte-Sul em território goiano. Também chamou a atenção o anúncio da construção de um shopping center no município de Mineiros, no sudoeste goiano. O empreendimento exigirá investimentos de R$ 27 milhões provenientes de um grupo de empresários italianos e de futuros lojistas.