Ícone alego digital Ícone alego digital

Assembleia realiza audiência sobre violência no campo

29 de Abril de 2009 às 16:06
Numa promoção da Comissão de Direitos Humanos da Casa e da Comissão Pastoral da Terra (CPT), é realizada na Assembleia Legislativa audiência pública para discutir os casos de violência no campo que envolvem posseiros, sem terra, ribeirinhos e trabalhadores rurais. Nesta tarde, abertura aconteceu com apresentação teatral, no hall entrada da Casa.

A Assembleia Legislativa realiza nesta tarde de quarta-feira, 29, numa promoção da Comissão de Direitos Humanos da Casa e da Comissão Pastoral da Terra (CPT), no Auditório Costa Lima, audiência pública para discutir os casos de violência no campo que envolve posseiros, sem terra, ribeirinhos e trabalhadores rurais. A abertura da sessão foi realizada no início desta tarde, com apresentação teatral, no hall de entrada da Casa.

A Comissão Pastoral da Terra acompanha, desde sua criação, os conflitos no campo brasileiro por meio de sua rede de agentes de base e jornais, desenvolvendo um trabalho de documentação com o objetivo de fazer um registro diário dos conflitos de terra, especialmente nos casos de violência que envolvem posseiros, sem terra, ribeirinhos, trabalhadores rurais, entre outros.

A audiência pública é promovida pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia, deputado Mauro Rubem (PT) e na oportunidade, a CPT divulgará na dados sobre os conflitos no campo em Goiás, onde por exemplo, em 2008, foram libertados 867 trabalhadores escravos, 32% a mais que no ano anterior.

Durante o evento, ocorrerá também o lançamento do livro “Realidade e conflitos no campo em Goiás”. A obra é organizada pela CPT e apresenta os dados produzidos pelos levantamentos do Ministério do Trabalho em 2008.

Compartilhar

Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao utilizar você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para ter mais informações sobre como isso é feito, acesse nossa política de privacidade. Se você concorda, clique em ESTOU CIENTE.