Libras (secundária)
Intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) pode passar a ser reconhecido com profissão. É o que propõe projeto de lei de autoria do deputado Mauro Rubem (PT).
Caso a proposta seja aprovado, os intérpretes de Libras, para o exercício da profissão, terão que cursar ensino superior ou fazer pós-graduação em instituição regularmente reconhecida pelo Ministério da Educação. Aqueles que exercem a função sem a formação citada, vão ter o prazo de dez anos para se adequarem.
O deputado petista justifica que, para a inclusão dos surdos e a efetivação do direito à informação, é imprescindível o reconhecimento do profissional de intérprete de libras, que é quem efetua a comunicação entre surdo e ouvinte, surdo e surdo, surdo-cego e surdo e ouvinte e surdo-cego, devendo o mesmo ter domínio da língua de sinais.
“O intérprete é um profissional bilíngue, habilitado na interpretação da língua oral, sendo essencial para ajudar na inclusão social daqueles que portam necessidades especiais”, disse Mauro Rubem.