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Professor da UFG traça histórico da posse da terra no Brasil

02 de Junho de 2009 às 17:44

No Brasil, historicamente, o sertão foi destino dos pequenos proprietários de terras, pois era o lugar em que a posse da terra ainda não tinha regularização. Essa análise faz parte da explanação que o professor Cláudio Maia, da Universidade Federal de Goiás (UFG), está fazendo neste momento, dentro da mesa-redonda “Limite da Propriedade / Índices de Produtividade”, no 1º Seminário Legislativo de Agricultura Familiar, Camponesa e Reforma Agrária, que está sendo realizado na Assembleia Legislativa.


A mesa-redonda também é integrada pelo representante do Fórum Nacional de Reforma Agrária, Gilberto Portes, e o conselheiro permanente da Comissão Pastoral da Terra (CPT), Dom Thomas Balduíno. A mediação é do secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal no Estado de Goiás (Sintsep), Vicente Gonçalves. A programação segue hoje com mais uma mesa-redonda sobre Soberania Alimentar.


Participam do seminário representantes de 15 movimentos sociais ligados à questão agrária, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Federação dos Trabalhadores Rurais do Estado de Goiás (Fetaeg), Movimento de Libertação dos Sem Terras (MLST), Comissão Pastoral da Terra (CPT) e Movimento Brasileiro de Trabalhadores Rurais (MBTR)


O 1º Seminário de Agricultura Familiar, Camponesa e Reforma Agrária é promovido pelo deputado Mauro Rubem (PT). O objetivo do evento, que vai até quinta-feira, 4, é promover debate em torno dos aspectos positivos e seus impactos na sociedade e na economia local, e ainda o papel estratégico na garantia da soberania alimentar.

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