Reitor destaca Assembleia Legislativa na valorização da UEG
O reitor da Universidade Estadual de Goiás, Luiz Antônio Arantes, destacou nesta quarta-feira, 10, o papel desempenhado pela Assembleia Legislativa para garantir o repasse constitucional de 2% para a instituição, viabilizado pelo diálogo aberto pelos deputados junto ao governador Alcides Rodrigues. “A vitória é de todos, especialmente da Educação”, enfatizou.
Para Luiz Arantes, o primeiro fato a ser comemorado é a própria existência da UEG, instituição destinada a interiorizar a Educação. “E os deputados, independente de filiação partidária, entenderam a necessidade de preservar a instituição, que tem hoje 42 unidades estruturantes, sendo uma de ensino à distância. São 128 cursos oferecidos, a maioria na área de Ciências Humanas, em 39 municípios. Este patrimônio é dos goianos, nasceu em Anápolis, e contamos hoje com 28 mil alunos, já tivemos 38 mil estudantes, sem contar 2.027 professores, 180 doutores, 300 mestres, muitos especialistas, além de 700 servidores técnicos administrativos”, esclarece ele.
Sobre a crítica de influência dos políticos, o reitor Luiz Arantes pondera: “Se fosse para planejar uma universidade sem influência política talvez não estivéssemos comemorando hoje os avanços da UEG. A expansão realmente foi rápida, ela cresceu, ocupou espaço, falta ainda estrutura, mas os avanços são visíveis, graças ao apoio que a instituição tem recebido do Governo e dos próprios deputados.”
Questionado sobre o repasse de 2% para a UEG, preservado após entendimento com a Secretaria da Fazenda e o Governo do Estado, Luiz Arantes só tem agradecimento: “Ainda bem que conseguimos muitos padrinhos importantes.”
O reitor da UEG confirma entendimentos para viabilizar concurso público para professores e servidores, causa prioritária que motivou até um protesto de estudantes, fechando a BR-060, em Anápolis. “O governador Alcides Rodrigues autorizou a preparar concurso para 475 professores e tem uma comissão trabalhando, a partir de um completo diagnóstico de nossas necessidades. O processo foi finalizado e se encontra hoje na Secretaria da Fazenda para um estudo de impacto financeiro na folha de pagamento do Estado”, diz ele, ressaltando otimismo: “Temos 75% de nosso quadro com contratos temporários. A nossa meta é inverter essa situação, colocando servidores e professores concursados. Podemos ter boas novidades até o final do ano.”