Bancos não podem condicionar financiamentos à aquisição de produtos
Apesar do aumento no valor da verba destinada ao setor agrícola, um antigo problema que ainda dificulta vários produtores em sua atividade é a obstrução do acesso a esses recursos, com excessos de exigências dos bancos quanto à documentação a ser apresentada e pedidos de contrapartida, como venda casada de seguros e outros produtos bancários.
O presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia, deputado Tiãozinho Costa (PTdoB), ao comentar sobre a destinação de R$ 107,5 bilhões ao setor agrícola para a safra 2009/2010, sugeriu para a solução deste problema, a criação de um sistema de fiscalização e acompanhamento da aplicação destes recursos do crédito rural pelas instituições financeiras.
A iniciativa contaria com o apoio das instituições representantes dos diversos segmentos do setor agropecuário, como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), entre outros.
“Os bancos não podem utilizar esta verba que é destinada aos agricultores, para prover lucros em benefício próprio”, ressaltou Tiãozinho Costa, ao explicar que não é necessário e justo, exigir vínculos comerciais do agricultor interessado no crédito rural, com o banco que administra estes recursos.
O plano do Governo federal para o ano agrícola 2009/2010 prevê um acréscimo de 37% na disponibilização de recursos em relação ao plano agrícola do ano passado e destina R$ 92,5 bilhões para agricultura comercial e R$ 15 bilhões para a agricultura familiar. Todos estes recursos são repassados aos agricultores através da rede bancária, principalmente do Banco do Brasil que é responsável pela administração da maioria destes valores.
O presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia, deputado Tiãozinho Costa (PTdoB), ao comentar sobre a destinação de R$ 107,5 bilhões ao setor agrícola para a safra 2009/2010, sugeriu para a solução deste problema, a criação de um sistema de fiscalização e acompanhamento da aplicação destes recursos do crédito rural pelas instituições financeiras.
A iniciativa contaria com o apoio das instituições representantes dos diversos segmentos do setor agropecuário, como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), entre outros.
“Os bancos não podem utilizar esta verba que é destinada aos agricultores, para prover lucros em benefício próprio”, ressaltou Tiãozinho Costa, ao explicar que não é necessário e justo, exigir vínculos comerciais do agricultor interessado no crédito rural, com o banco que administra estes recursos.
O plano do Governo federal para o ano agrícola 2009/2010 prevê um acréscimo de 37% na disponibilização de recursos em relação ao plano agrícola do ano passado e destina R$ 92,5 bilhões para agricultura comercial e R$ 15 bilhões para a agricultura familiar. Todos estes recursos são repassados aos agricultores através da rede bancária, principalmente do Banco do Brasil que é responsável pela administração da maioria destes valores.