A sólida marca de um tempo de transformações
O conjunto das ações afirmativas catalogadas no período que vai de janeiro de 1999 a março de 2006, quando Marconi Perillo esteve à frente do Executivo estadual, ganhou a marca de Tempo Novo não por acaso. A marca é decorrência dos nítidos e indeléveis traços de modernidade e eficiência obtidos por uma quadra administrativa impregnada de otimismo e confiança.
À ousadia e determinação de um jovem governador, somou-se o clima de expectativa de uma população ávida por mudanças de paradigmas administrativos, de que deu testemunho o fenômeno eleitoral que pôs fim a um ciclo de domínio emperrado no conformismo.
Gerado por um governador alerta às nuanças do futuro, esse estado de espírito se entranhou na sociedade, tornando-a parceira permanente de uma cruzada de bons empreendimentos. Cruzada essa que permanece como conquista de uma população, para quem a administração devotou atenção exclusiva.
A ela se delegou o papel de protagonista, tal a intensidade da interação com o povo, quando se optou por uma filosofia administrativa lastreada no interesse coletivo de ver exaltados a força, o potencial e a capacidade criadora de uma gente em franca comunhão de objetivos com um governo receptivo às inovações e vocacionado para os grandes desafios.
Seu enfrentamento direto fez romper os grilhões que atavam o Estado, ora à improvisação, ora à estagnação, em ambos os casos afetado pela carência de criatividade e desperdício do poder transformador de seu povo.
Tudo o que se planejou e se construiu foi com o concurso de uma população exaltada nos seus valores e reconhecida nos seus legítimos direitos de reivindicar, apontando ao governo o rosário de suas necessidades, num escalonamento de prioridades como pressuposto de que todas as obras e todas as iniciativas governamentais se comprometessem com salutares objetivos: a modernização do Estado, a ampliação das oportunidades, a democratização do acesso aos bens públicos e a inserção definitiva de Goiás no concerto das unidades federativas econômica e socialmente mais expressivas.
Não por acaso, o Estado experimentou saltos monumentais, tornando-se a 8ª economia do País, quando o PIB goiano saltou de 17 milhões, em 1999, para 50 milhões, seis anos depois. Se o salto fortaleceu a esperança do povo no governo, seu corolário foi a cristalização de uma autêntica liderança, tutor pleno da confiança da população, conforme atestariam as três sucessivas vitórias eleitorais.
Para todos os segmentos sociais, entidades de classes, categorias profissionais e setores organizados da sociedade, o governo estendeu suas mãos, ora como parceiro, ora como força motriz, num tempestivo pacto e na conjugação de salutares interesses, tão variados quanto oportunos, resultando dessa aliança as melhores oportunidades para que todo o Estado experimentasse um singular momento de avanços sociais nacionalmente reconhecidos.
Não foram poucas as excursões de assessores de outros governadores por aqui, com a missão de assimilar padrões paradigmáticos de gestão, importando práticas reconhecidamente bem-sucedidas do ponto de vista da eficácia e racionalidade. O que, por extensão, fizeram do conjunto da obra governamental um modelo “tipo exportação” em decorrência dos bons índices sociais obtidos em tão curto espaço de tempo.
O intervencionismo do governo, impulsionado pela determinação de modernizar o Estado e melhor preparar a população para os desafios dos novos tempos, mesclou em setores fundamentais com impactos positivos: na Educação, criando-se uma das maiores universidades do País; na Cultura, com a edificação do Centro Cultural Oscar Niemeyer, na população, pondo à disposição de todos a eficiente estrutura de serviços burocráticos enfeixados nos Vapt Vupts, em apreço ao cidadão, poupando-lhe o tempo gasto para percorrer inúmeras repartições em busca dos mais variados documentos.
No relacionamento com o funcionalismo público não há paralelo na história do Estado, avultando o consenso de que, pela primeira vez, o servidor público viu-se no foco das prioridades, tendo respeitado seus direitos, a começar pela pontualidade do pagamento dos vencimentos, e a antecipação do 13º salário no mês do seu aniversário.
O conjunto da obra enfeixado no mote Tempo Novo compõe-se de elementos diversificados, que se prestam como estímulo e à exaltação dos valores de um povo, a quem uma variada gama de razões o assiste para reforçar a confiança em si mesmo e elevar sua autoestima de agrupamento apto a superar seus próprios limites, tendo naquele governo o melhor dos parceiros para o grande salto ocorrido em Goiás.
No balanço desse salutar entrosamento entre governo e sociedade se interpõe a conclusão de que os mais de 2 milhões de votos tributados a Marconi, como senador, sedimentam uma parceria construída no recíproco reconhecimento: a valorização de um povo e a importância de suas autênticas lideranças.